segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Benfica vence F.C. Porto em final dramática


Foto: Márcio Grave



O Benfica derrotou o FC Porto por 65-63 e conquistou o Troféu António Pratas, o mais importante da pré-temporada, disputado no Pavilhão Municipal de Vagos.

Espectacular vitória do Benfica, que chegou a estar com 11 pontos de desvantagem no marcador, encetando depois extraordinária recuperação. Os instantes finais foram de grande emoção e o FC Porto até poderia ter igualado a 65 através de lançamento livre. 

Carlos Lisboa contou que disse aos seus jogadores à entrada do último período do jogo que ainda havia muito para acreditar. “O que lhes disse a 12 minutos do final foi que ainda faltava muito tempo. Antes estivemos mal nos lances livres, mas mostrámos bom espírito, merecemos esta vitória”

"Quero dar os parabéns ao meus jogadores, que demonstraram grande caráter durante os quatro períodos. Num desconto de tempo disse aos jogadores que o jogo tem 40 minutos e que tínhamos de ganhar e julgo que o Benfica foi um justo vencedor pelo que fez durante a partida"


sábado, 8 de outubro de 2011

Regras de Rugby




Após ver este Vídeo várias vezes continuo a não perceber nada de regras de Rugby...






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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Águas Turvas - João Gobern


Pode queixar-se Paulo Bento de uma maré de lesões e casos estranhos mesmo à porta dos compromissos “tudo ou nada” da Seleção Nacional. Não me recordo de uma maré de lesões e de indisponibilidades sortidas (era preciso tanto mistério e tanta linguagem cifrada para justificar a “pequena cirurgia” que impediu Danny de vir dar uma ajuda aos seus compatriotas?) que, de uma forma tão intensa e concentrada, tenha desfalcado a equipa de Portugal. Se contarmos que, apesar da bonança registada em campo, o Caso Ricardo Carvalho ainda não pode estar esquecido e muito menos ultrapassado, o ambiente não estará desanuviado e propício à concentração exclusiva nos jogos em falta, ao contrário do que todos desejaríamos.

É verdade que, desde os tempos como técnico principal do Sporting, Paulo Bento nos habituou a ser alguém capaz de lidar com a pressão e com a tensão. Mas lidar não é sinónimo de lidar bem – mais uma vez, Paulo Bento deixou-se escorregar para terrenos controversos, em vez de apresentar uma argumentação preventiva. Claro que, sobre todos, se está a pensar no exemplo de Bosingwa, que volta a ficar de fora das opções sem uma palavra, sem uma explicação, sem que se purifique o ar que, neste caso concreto, é tão turvo que gera dúvidas quanto aos motivos do selecionador. Mas, ao invés, há algumas convocatórias que também não parecem evidentes: Ricardo Costa, preterido no Valencia? Beto, por que joga, e simultaneamente Eduardo, por que não joga? E onde fica Quim? Eliseu? Sereno?! Outras fossem as circunstâncias e quase apeteceria dizer que do “clube privado” de Scolari e da ausência de critério e de nexo de Queiroz chegámos a um momento de aflição em que entra quem passar à porta…

Depois, renasceu a tendência para fazer da Seleção uma espécie de confessionário (ou falatório) para o que acontece nos clubes. Muito em concreto, as declarações de Ruben Amorim, agradecendo ao selecionador não usar do mesmo critério que o treinador do Benfica, foram descabidas e ingratas. 
O antigo jogador do Belenenses não desconhece que é visto como um dos homens próximos de Jorge Jesus – e usou esse trunfo, quando lhe deu jeito. Deveria ter pensado mais e/ou melhor antes de apontar a arma ao técnico que o empurrou para um grande clube, que o “inscreveu” na Seleção em 2010. Muito francamente, pergunta-se: no Benfica, quer jogar no lugar de quem? De Gaitán, Bruno César ou Nolito? De Javi García? De Witsel? De Aimar? Faz parte de um plantel rico e cheio de alternativas. E se Saviola pode ficar de fora de quando em vez, por que há-de Ruben de ter lugar cativo?

Dito isto, tudo de bom para sexta e para terça. Haverá tempo para discutir a Seleção, depois do carimbo nos passaportes.

João Gobern in Jornal Record

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