segunda-feira, 30 de abril de 2012

Festa do Título


Como o dinheiro não compra tudo, aqui fica uma foto dos festejos do Título do Campeão de Secretaria
"Este ano ficou provado que treinador pode ser qualquer um...
árbitros é que têm de ser estes"

quarta-feira, 25 de abril de 2012

"Nem sempre ganha o melhor"



“O futebol é assim. Nem sempre ganha o melhor. Sabíamos que era isto que tínhamos de fazer contra o Barcelona, apesar de, por vezes, não ser o mais bonito. Usámos as nossas armas e acabámos por ter sucesso nos dois jogos. Eles tiveram oportunidades para marcar e não o fizeram e a nós o golo de Ramires deu-nos ânimo”

Fernando Torres

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Prisioneiro


 "O Sporting nada tem a ver com isto"

"Não há aqui escutas como houve no Apito Dourado, em que tentaram coagir árbitros, nem filmagens com pagamentos a jogadores..."
  Godinho Lopes

 ps: Mas em condições normais teria convocado eleições...!?








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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Impressionante







A contratação deste Grande Goleador poderia ter mudado a História recente do SL Benfica









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quinta-feira, 19 de abril de 2012

António Pedro Vasconcelos

(...) É por ter criado tão altas expectativas, que os benfiquistas não se conformam com a possibilidade de voltar a perder o campeonato e disparam as suas setas sobre o alvo mais fácil: o treinador. (...) Ora, Jesus é um dos quatro melhores treinadores portugueses e o melhor que o Benfica teve desde a primeira época de Erickson. (...) E é bom lembrar que a equipa que perdeu em Alvalade (com a arbitragem de Artur Soares Dias), foi a mesma que, em 27 dias, ganhou ao Beira-Mar, fez duas exibições brilhantes com o Chelsea (a única equipa inglesa na Champions e que, portanto, não podia ser eliminada), afastou o FCP da Taça da Liga, empatou em Olhão, venceu o Braga, e teve 65% de posse de bola em Alvalade. Quanto (...) às deficiências táticas e na comunicação, que eu saiba, não foram as limitações de Vítor Pereira como treinador nem a boçalidade das suas afirmações que impediram o FCP de estar à frente do campeonato.

As razões porque o Benfica se arrisca a perder o campeonato são outras: uma estrutura amadora ao nível da direcção desportiva e da informação/comunicação, que não soube acautelar e muito menos contrariar os efeitos da pressão sobre as arbitragens e a disciplina da FPF (à qual Vieira deu o seu apoio “incondicional”), que coincidiu com a recusa da proposta da Olivedesportos, e que voltaram a condicionar os resultados neste final da época: em Coimbra, na Luz com o FCP, em Olhão e em Alvalade. Sem falar do castigo inédito de 2 jogos a Aimar, que o afastou cirurgicamente do último dérbi.

Os “abutres”, que aparecem sempre nestas alturas, preferem atirar a toalha ao chão e pedir a cabeça do treinador. Mas, o símbolo do Benfica é a águia, e não o abutre, e, se não houver arbitragens viciadas, tudo estará em aberto até à última jornada. 

Com eleições à porta, há dois compromissos, por isso, que Vieira deve assumir: respeitar o contrato que fez com o seu treinador e não renovar o contrato com a Olivedesportos. O próximo Presidente, que poderá ser ele, não pode ficar amarrado a decisões que, de outro modo, comprometeriam a sua margem de manobra e o futuro do clube.

António Pedro Vasconcelos, in SOL
 
Fonte:  http://mastergroove2010.blogspot.pt/
 
 
 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Relações Sentimentais



Excerto da entrevista ao blogger "O Arrumadinho" no programa prova oral de Fernando Alvim na Antena 3.

domingo, 15 de abril de 2012

Frase do Dia



"Sabíamos que se perdêssemos as pessoas iam tratar isto como a Liga dos Campeões. Como ganhámos, vão dizer que é só uma Taça da Liga.”

Rodrigo Moreno









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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Crónicas Leonor Pinhão

As 3 teorias que justificam a perda do campeonato pelo Benfica

"A 19 de Fevereiro o Benfica era alegremente o comandante isolado do campeonato com 5 pontos de avanço sobre o segundo classificado.

No dia seguinte jogou em Guimarães e desde aí perdeu 13 pontos. É incompetência a mais para assacar em exclusivo a um quadro tão rico de jogadores e a um treinador com provas dadas como é Jorge Jesus.
Haverá, obviamente, variadas responsabilidades de todos, jogadores e treinadores, neste inacreditável desmoronamento do Benfica.
Mas é por isso mesmo, por ser inacreditável o desmoronamento, que todo o seu entulho não pode caber inteirinho no balneário do Estádio da Luz.
Como seria de esperar, teorias há muitas para explicar a débacle.
A primeira é sempre a teoria dos árbitros e de como eles se conluiaram para oferecer o título ao FCPorto.
Não subscrevo. Os árbitros não se conluiam. Apenas fazem o melhor que podem e que sabem.
Em arbitragem sabem muito mais do que nós.

Eu, por exemplo, não sabia que nos primeiros 41 segundos do jogo não se marcam grandes penalidades porque, enfim, é chato porque houve pessoal que ainda nem se sentou.

A segunda é a teoria da conspiração. O Benfica entregou alegremente o poder na Federação Portuguesa de Futebol a um vice-presidente do FCPorto, entregou alegremente o poder na Liga a um advogado que trabalhou no escritório de onde saiu a defesa de dirigentes acusados no âmbito do Apito Dourado e dá-se por satisfeito, há anos, com a presidência do Conselho de Arbitragem exercida por um sócio de mérito do Sporting.

Também não subscrevo porque bem me lembro de ouvir o senhor Pinto da Costa, tantas e tantas vezes campeão, repetir vezes sem conta que se para o Benfica o importante era meter gente de confiança nos órgãos do futebol, para o FC Porto o importante era ter bons jogadores e bons treinadores que valessem títulos.
Dizem que este FCPorto não terá um bom treinador.

Mas vai um grande exagero daí até dizer-se que passou a ser mais importante para o clube da Invicta meter gente na Liga, na Federação, na RTP e na Avenida dos Aliados do que ter melhores jogadores e treinadores do que os adversários.
A terceira teoria é puro nonsense. Prende-se com matéria audiovisual e financeira.

Há quem garanta que a equipa de Jorge Jesus iniciou a sua débacle mais ou menos pela altura em que a comunicação social anunciou alegremente a renovação do contrato do Benfica com a Olivedesportos.

E há quem jure a pés juntos que o posterior desentendimento entre as duas partes não passa de um arrufo que se extinguirá alegremente no próximo defeso, ou mesmo antes.
Para a história desta temporada, diga-se que o Benfica em Alvalade só teve canetas para 20 minutos.
E para a história do derby, diga-se que depois de 6 vitórias e de 2 empates, o Benfica perdeu ao 8.º jogo com o Sporting e terá perdido também a ténue esperança que levava de ser campeão.
Foi o suficiente para que surgissem as já referidas teorias. E não só. Surgiram também ex-dirigentes do clube a clamar pelo fim de uma era.
Como em Outubro há eleições é de prever uma cuidadosa gestão da insatisfação popular.
Já há algum tempo que não se via disto.»

Leonor Pinhão, 12 de Abril 2012 in jornal A Bola

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Carregamento por MB

"Será que mandaram o Paulinho ir carregar o telemóvel com 2000 euros e ele só carregou no # ?"









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terça-feira, 10 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

A Mensagem de João Gobern no Facebook

Meus amigos:
 
Gostava que me dessem a oportunidade de me referir aos acontecimentos desta semana. Tentarei que seja a última vez até porque, doravante, o assunto só serve para cansar e desgastar. Lá vai…

1. Não me peçam, nem agora nem nunca, que não festeje um golo do Benfica. Faço-o há muitos anos, desde que me reconheço como gente. Já me aconteceu ter que o fazer em campos tidos como adversos – as antigas Antas, o antigo Alvalade. Não festejo contra ninguém, nem me pinto de raiva ou de provocação. Gosto muito do meu clube. Tenho esse direito.

2. Festejei o golo no enquadramento errado. Se não tivesse consciência plena desse deslize, não tinha posto o meu lugar no “Zona Mista” à disposição ainda antes de as campanhas orquestradas chegarem ao seu destino. Ou seja, tenho consciência de que errei. Saber se existiu proporcionalidade entre o meu lapso e a posterior sentença, isso é outra conversa. Tenho a minha opinião (por mais que isso custe aos que viram nessa minha mania uma coisa qualquer chamada “falta de isenção”) mas, com vossa licença, opto por guardá-la.

3. Desafio um adepto de qualquer clube a manter-se quieto depois fechado num estúdio – já a comentar as incidências de um jogo mas sem poder perder as jogadas-chave de outra partida, que terá que comentar de seguida e que se reveste de muito maior importância – diante de um encontro que decide a continuidade nas corridas ao título, emotivo como aquele foi, decidido no último quarto de hora, e com um golo favorável no tempo de compensação. Foi infeliz o gesto? Sim. Foi desajustado? Sim. Foi tudo um grande azar? Quero continuar a pensar que sim. Mas não posso sequer garantir, para ser sincero, que não voltaria a fazer-me o mesmo, de uma forma espontânea e não premeditada. Por maioria de razão, não foi – insisto – uma provocação a ninguém, muito menos aos adeptos do Sporting de Braga.

4. Quanto à minha “atitude continuada” no programa, digo apenas isto: nunca me limitei nas minhas críticas pelo facto de ser adepto do Benfica. Julgo, inclusivamente, que o condicionamento funcionou ao contrário, obrigando-me a ser mais exigente com o meu clube do que com os outros. Nunca ofendi nenhuma instituição, nunca mencionei sequer a vida privada de dirigentes, técnicos ou jogadores – as críticas foram sempre dirigidas a comportamentos públicos e relacionados com o futebol.

5. Apesar de poder ter ofendido – involuntariamente – alguns telespectadores com o meu gesto, acabei por ser agradavelmente surpreendido com a quantidade de mensagens de apoio que recebi de sportinguistas e portistas, bem como de alguns adeptos do Braga. Agradeço o gesto, que me deixa mais descansado quanto ao meu desempenho no programa. De caminho, e sem querer entrar em discussões académicas, quero deixar bem claro que não acredito na “isenção” ou na “imparcialidade”. Respeito, evidentemente, todos os meus parceiros de ofício que optam por não revelar as suas preferências clubísticas. Eu escolhi outro camnho mas, dentro daquele estúdio de tantos sábados, a única camisola que vesti foi a da RTP. E, se quiserem, a de um combate por um futebol melhor e mais autêntico.

6. Tenho que agradecer aos benfiquistas o apoio demonstrado. Algumas mensagens foram verdadeiramente comoventes, outras muito estimulantes. E, de alguma forma, acaba por ser significativo o facto de elas não virem de gente com responsabilidades directivas, mas das bases, dos adeptos, dos meus pares. Não esquecerei o aconchego, nesta hora complicada de viver.

7. Agradeço aos meus amigos, a todos os que não conheço, a alguns com quem não falo há mais de vinte anos, à minha família (que se afligiu e a quem recordo que aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes), a camaradas de profissão que julgava perdidos no tempo, a jornalistas que mal conheço, a figuras públicas cuja atitude não precisa de ser aqui publicitada, até velhos companheiros destas e outras lides (pelo incómodo que isso lhes possa ter causado não devo deixar de referir o Pedro Ribeiro, o Paulino Coelho, o José Mariño, o Jorge Alexandre Lopes, o Manuel Queiroz, o João Querido Manha, o Nuno Dias, o Leonardo Ralha, o José Carlos Soares, o João Carlos Silva, o Miguel Carvalho, o Rui Baptista, a Maria João Fialho Gouveia, o Luís Miguel Pereira, o José Zambujal, a Lurdes Feio, o José Paulo Fafe, a Raquel Morão Lopes, o Paulo Marcelino – obrigado a todos e mais aqueles de que possa estar a esquecer-me.

8. Ironizando, quase apetece dizer que valeu a pena tudo isto só para ser nomeado numa coluna do José Ferreira Fernandes, a quem fico devedor de mais esta atenção. Como de costume, ele viu o pormenor que escapa aos outros. Como é seu hábito, partiu do ponto para chegar ao todo. Soube-me especialmente bem o propósito guerreiro da Helena Sacadura Cabral e da Maria João Duarte. O meu parceiro, Pedro Rolo Duarte, esse nunca falha. Permitam-me, ainda assim, que saliente uma mensagem simples, “um abraço” só, de um homem com quem nunca falei pessoalmente mas que, se dúvidas houvesse (e eu já não as tinha), se confirmou como aquilo a que os meus avós chamariam “um cara direita” – Nuno Gomes, o (antigo) capitão do Benfica, hoje profissional de mão cheia do Braga.

9. Nesta espécie de despedida, antes de voltar à “vida real”, faço questão de agradecer a dois homens que, pela entrega, pelo profissionalismo, pela boa disposição e por um quase infinita capacidade de trabalho, caminham para o lugar dos eleitos num mister que não é para todos – o Hugo Gilberto e o Manuel Fernandes Silva. Não há melhor. Quanto ao Bruno Prata, quero afiançar-lhe que, escaramuças à arte, guerrilhas postas de lado, mantenho o que disse na primeira emissão do “Zona Mista”: aprendi com ele. Futebol mas, mais do que isso, lealdade e disponibilidade. Já que não nos deixam ser adversários, lá teremos que ser amigos.

10. Tendo reconhecido o erro, tendo lamentado o sucedido, há uma pessoa que me obriga a ir mais longe. Por ter apostado em mim quando nada o obrigava, por me ter brindado com este desafio e porque o capítulo final é tão murcho, resta-me pedir desculpas ao meu amigo Carlos Daniel. Garantindo-lhe que há casos em que a memória funciona mesmo.

11. Aos que escolheram o insulto, a insinuação, a mentira, a queixinha – já conseguiram o que queriam. Agora, por favor, vão marrar para outro lado, que eu, felizmente, tenho mais que fazer.

12. Gostaria, se me permitem esse desejo, que fossem desactivados os grupos de apoio e as petições em que eu esteja envolvido, mesmo indirectamente. Esta terra tem problemas sérios demais para que se gaste tanta energia, tanta disponibilidade e tanto tempo com questões que são verdadeiramente acessórias.

13. Num país onde os lapsos andam à solta, onde se mente impunemente, onde se rouba sem consequências, onde se abusa dos mais fracos, onde se lançam cortinas de fumo para que as pessoas se esqueçam dos seus problemas, posso dizer que, ao menos no meu caso, a culpa não morre solteira. Azar meu: foi justamente agora que ela, a culpa, decidiu casar-se e ser monogâmica.

14. Obrigado, ainda uma vez. Até um dia destes. Boa Páscoa. Espero as amêndoas só na segunda-feira.

João Gobern, in facebook

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A arbitragem atingiu o ponto do escândalo

«Primeiro quero dar os parabéns aos jogadores, de facto, jogámos contra o Chelsea e contra a equipa de arbitragem. O penalty e a expulsão são situações que por mais que tente, e já vi os lances, não entendo. 
Foi uma forma habilidosa de liquidar a equipa, mas ela não se vergou, mesmo com dez fomos sempre melhores. Saímos frustrados porque fomos muito melhores que este Chelsea. 
Em Lisboa também perdemos por fatores estranhos. Hoje, quando estávamos a comandar, com uma exibição soberba, fomos aniquilados. Podíamos não ganhar mas não merecíamos ser derrotados. Estou muito orgulhoso dos jogadores, eles sentiram que são muito melhores. Fomos muito mais equipa que o Chelsea nas duas eliminatórias.» 
 Jorge Jesus

Repetir Novembro de 1991





A noite de 6 de novembro de 1991 é uma data história para a memória do Benfica. Em jogo a contar para a Taça dos Campeões Europeus, e depois de um empate caseiro frente ao Arsenal, o Benfica conseguiu um dos seus mais históricos resultados em noites europeias. 

É esse resultado que o Benfica quererá agora repetir. Em outras duas ocasiões, ambas em Liverpool, o Benfica também conseguiu vitórias que lhe permitiriam o apuramento. Em 2006, frente ao Liverpool, e em 2009, frente ao Everton, o Benfica ganhou por 2-0. Sempre que os encarnados ganharam em partidas realizadas em Inglaterra, essas vitórias foram conseguidas por dois golos de diferença.


Resumo do Jogo AQUI

terça-feira, 3 de abril de 2012

Jorge Jesus e as Novas Oportunidades



«A um treinador de alta competição do Benfica, designadamente se for campeão nacional, deverá reconhecer-se o grau de licenciado em Motricidade Humana, no ramo de Desporto, mesmo que não tenha frequentado a Universidade»

Manuel Sérgio*, Jornal Sol, 30 de Março de 2012



*Coordenador do Gabinete de Inteligência Desportiva do SL Benfica




 Só agora percebemos isto da Inteligência Artificial...
Ser campeão dá uma Licenciatura

Cartoon Carlos Laranjeira











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