sexta-feira, 30 de março de 2012

Árbitro Benfica-Braga


"Na arbitragem, como na vida, no melhor perfil cai a nódoa, portanto não vale a pena pormo-nos com esquisitices nestes pormenores. Aliás, até ao final do campeonato, os árbitros deviam vir em ovos de chocolate. Tipo árbitro-surpresa. Só se sabia quem eram à saída da cabina. É uma ideia mais simpática do que a de os encapuzar, como parece que já andam". -  


Leonor Pinhão  








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terça-feira, 27 de março de 2012

Benfica 0 - FC Chelsea 1: Goals & Highlights |

Matic:"O Benfica é maior do que o Chelsea"




Em entrevista à Chelsea TV, o antigo jogador dos "blues" repara que "para os jogadores é muito importante jogar na Europa e para o clube também", e por isso avisa a sua antiga equipa de que o Benfica vai dar tudo para obter um bom resultado.

Matic aponta a "experiência dos jogadores" do Chelsea, que alinham habitualmente na Liga dos Campeões, como uma vantagem para a equipa inglesa, mas repara que "é muito difícil" jogar no Estádio da Luz. "Tenho um amigo no Zenit e ele disse que é muito difícil jogar aqui, porque todos os adeptos no Estádio da Luz apoiam a nossa equipa durante os 90 minutos", repara o médio.

O internacional sérvio também confessa na Chelsea TV que quando chegou a Lisboa não tinha a perceção da dimensão do Benfica. "Já tinha ouvido dizer que o Benfica era um grande clube, mas nunca pensei que fosse assim", atesta. "É inacreditável, nunca vi nada parecido", destaca, sublinhando que, embora o Chelsea também seja "um grande clube, com muitos adeptos, o Benfica é maior".

Fonte: relvado.sapo.pt

sexta-feira, 23 de março de 2012

Campeonatos com Bloqueios

 


                  "Benfica marca golos com bloqueios"  - Vitor Pereira

                  Outros ganham Campeonatos com Bloqueios... 

 

 

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 22 de março de 2012

sexta-feira, 16 de março de 2012

Depois do Musical a BD


No Sporting, depois do Musical vem aí a Banda Desenhada: 

"A Lebre e a Tartaruga: 
 Quando quiseram já não nos apanharam"




Na Luz a 27 de Março



Qual era a vontade de Jesus? 

 «Seja feita a vossa vontade», ...



Champions: sorteio hoje a partir das 10h45




Será um sorteio puro, com o cruzamento para as meias-finais a ficar logo definido

Real Madrid

Oito jogos, sete vitórias e um empate (em Moscovo). Eis o saldo do Real Madrid na Liga dos Campeões. Na primeira fase, ficou à frente de Lyon, Ajax e Dínamo Zagreb. Nos «oitavos» bateu o CSKA Moscovo. É líder em Espanha e já não perde desde 18 de janeiro. Nada mais a dizer, o resto, todo o mundo sabe. Pelo menos, quem habita neste. Se defrontar o Benfica, reedita-se a final de há 50 anos.

Barcelona

O outro colosso espanhol, campeão em título e com o melhor marcador da prova: Lionel Messi. O Barça é segundo em Espanha, mas na Champions tem um registo semelhante ao Real Madrid. Em oito jogos, só não venceu um: empatou com o Milan, em Camp Nou. Nos oitavos de final ultrapassou o Bayer Leverkusen. Tem 30 golos nesta edição da prova. Ninguém marca mais. E depois, claro, há Messi, o primeiro jogador a apontar cinco golos num só jogo da Champions. Em termos históricos, há uma curiosidade: sempre que Benfica e Barça se defrontaram na prova, um deles sagrou-se campeão.

Bayern Munique

O segundo lugar na Bundesliga pode disfarçar um pouco, mas, na verdade, os alemães estão na Europa em força total. Nos últimos dois jogos, em todas as provas, apontaram 14 golos, o que diz bem do poder de fogo dos bávaros. Calharam num grupo complicado, com o milionário Manchester City, o difícil Nápoles e o imprevisível Villarreal. Venceram o grupo e depois trucidaram o Basileia nos oitavos de final com a eliminatória a acabar em 7-1 para os alemães. Mario Gomez é o segundo melhor marcador da prova, com dez golos, apenas atrás de Messi. Em suma, o Bayern está de ataque na Champions e, diz a história, é a segunda equipa na UEFA com mais golos apontados ao Benfica: 16.

Milan

O Benfica nunca venceu o Milan em jogos oficiais. Só por aí, anteveem-se dificuldades caso os «rossoneri» saiam aos portugueses. Os italianos são também a única equipa a vencer duas vezes o Benfica na final da prova: em 1962/63 e 1989/90. Na Serie A, são líderes e na Champions foram segundos no grupo atrás de Barcelona e à frente de Viktoria Plzen e BATE Borisov. Nos oitavos de final, golearam o Arsenal em San Siro, mas viram-se aflitos em Londres. Podem ser italianos, mas têm o quarto melhor ataque do torneio.

Marselha
Outro velho conhecido do Benfica. A meia-final de 1989/90 ficará para sempre como a «Mão de Vata». Memórias recordadas em 2009/10, quando na Liga Europa os encarnados voltaram a eliminar o Marselha. O nono lugar na Ligue 1 pode indicar uma época aquém, mas o OM mostrou que é um sobrevivente. Chega aos quartos de final com golos nos descontos: primeiro, na fase de grupos, com o Dortmund, na última jornada; depois, no Giuseppe Meazza, frente ao Inter. Na Champions, marca e sofre pouco.

APOEL
A viver um conto de fadas na Liga dos Campeões, a equipa de Chipre é o adversário mais apetitoso do sorteio. Para chegar aqui, passou por toda a fase de qualificação: para trás deixou Skënderbeu Korçë (Albânia), Slovan Bratislava (Eslováquia) e Wisla Cracóvia (Polónia). Claramente o menos favorito num grupo com FC Porto, Shakhtar Donetsk e Zenit. Chocou a Europa também por eliminar o Lyon nos oitavos de final. No campeonato, está no terceiro lugar a dois pontos do líder.

Chelsea

Nenhuma equipa sofreu mais que o Chelsea para chegar aos oitavos de final. Pelo meio da eliminatória, perdeu o treinador André Villas-Boas, mas recuperou Drogba, Terry e Lampard a tempo de bater o Nápoles. Na fase de grupos defrontou Valência, Club Brugge e Leverkusen. Jogar com os encarnados, a valer, seria uma novidade. 


Fonte: MaisFutebol

quinta-feira, 15 de março de 2012

Frase do Dia



Esta frase hoje faz tanto sentido: 


"O Sporting hoje, tem tudo para voltar a fazer História..."


Faz hoje 18 Anos




Que o Benfica realizou uma das maiores exibições da sua História nas Competições Europeias




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segunda-feira, 12 de março de 2012

Bruno César, descobre as diferenças




 «Não tenho de falar nada. As imagens dizem tudo. Se aquilo não é grande penalidade, não sei o que é penálti em Portugal» 

                                                                                 Bruno César









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Os Jogos que faltam para o Campeonato


sábado, 10 de março de 2012

8 minutos de descontos no Dragão

 Empate surgiu por Penalty aos 92m

...depois ainda se jogaram mais 6 minutos.

Tinham combinado aquela cena do "Quem marcar Ganha"?










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terça-feira, 6 de março de 2012

Olhó passarinho...



Danny, do Zenit, considerou "uma estupidez" falar da entrada de Bruno Alves sobre Rodrigo, na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões de futebol, qualificando a falta como "normalíssima".

















domingo, 4 de março de 2012

Cadeira de Sonho



Cadeiras do banco de suplentes da Luz em leilão solidário

Os interessados poderão licitar as cadeiras que estavam no Estádio da Luz desde a sua inauguração, ou seja, desde o dia 25 de Outubro de 2003.

A base de licitação é de 100 euros, sendo de 750 euros na opção “compre já”. Esta última permite que o interessado compre a cadeira de imediato.

O leilão vai decorrer entre o dia 27 de Fevereiro ao próximo dia 12 de Março. 

Este está disponível na Loja da Fundação Benfica do Leiloes.net em:

http://solidario.leiloes.net/fundacaobenfica

 

 




sábado, 3 de março de 2012

Até Quando?





Tolerar esta Palhaçada?

Até quando vamos permitir este cinismo com esta constante adulteração da verdade desportiva?

Triste Futebol Português...




sexta-feira, 2 de março de 2012

Inferno da Luz



"Em toda a terra portuguesa se ouvem unidas numa voz milhões de chamas bem acesas cantando a vitória a tua história somos nós. Benfica teu nome leva o vento ao mundo nosso ideal. Benfica a tua camisola é orgulho de Portugal!"


quinta-feira, 1 de março de 2012

"Não é distância, é Benfica"

António-Pedro Vasconcelos


BENFICA - O espelho da grandeza

Na véspera do clássico, alguns benfiquistas meus amigos, que encontro na rua, me mandam emails ou escrevem nos blogues, andam outra vez muito nervosos. Paira, nalguns espíritos mais débeis, a sombra do ano passado (o mau arranque do campeonato, pelo efeito combinado de um guarda-redes inseguro – Roberto - e de duas arbitragens, pelo contrário, muito seguras do que estavam a fazer - Cosme Machado e Olegário Benquerença); e paira, sobretudo, a memória dos últimos jogos, em que, depois de uma recuperação fantástica, sobretudo desde a entrada de Sálvio, a equipa jogou um futebol empolgante, mas baqueou em Braga, num jogo que foi uma nova batalha campal, com a conivência de outra arbitragem muito segura, de Carlos Xistra; e, depois, acabou por se ir abaixo por duas vezes, na Luz, perante um Porto motivado e uma torcida entregue ao desalento e novamente em Braga, com a equipa animicamente destroçada.

Em vez de se lembrarem do brilhante jogo de há duas épocas, em que, sem Aimar nem Di Maria, e com um Urreta endiabrado que fez o jogo da sua vida, Jesus não abdicou do seu modelo de jogo e ganhámos com um golo de Saviola (que provocou a famosa azia em Hulk, Sapunaru, Fucille, Rodriguez e Helton, protagonistas de lamentáveis cenas nos túneis que, num país a sério, os teriam impedido de continuar a jogar nessa época), alguns benfiquistas optaram por interpretações irracionais do momento da equipa. Não é por acaso que somos o mais português dos clubes portugueses: temos as qualidades e defeitos indígenas - somos pessimistas, maldizentes e perdemos facilmente a confiança nas nossas capacidades.

Vejamos friamente a situação: o Benfica fez um jogo heróico em S. Petersburgo e só perdeu por uma infelicidade do Maxi (um jogador impulsivo que tem os defeitos das suas qualidades), além de ter perdido muito cedo um jogador essencial como é hoje o Rodrigo, ceifado pelo ex-portista Bruno Alves, especialista em golpes de karaté. Em Guimarães, num campo dificílimo, apesar de ter dominado o jogo, o Benfica nada pôde fazer contra uma muralha de aço que soube aproveitar uma vantagem conseguida cedo, num lance de bola parada. E, em Coimbra, ainda sem Javi e sem Luisão nem Rodrigo, voltámos a dominar o jogo e a criar oportunidades sem conta que, ou foram desperdiçadas pela infelicidade dos jogadores, pela sorte e inspiração da defesa dos “estudantes” ou pela cirúrgica miopia de Hugo Miguel.

Que isto tenha acontecido em três jogos seguidos (duas derrotas e um empate em três jogos, perda dos 5 pontos de vantagem sobre o rival, dois jogos seguidos sem marcar, coisa de que já não havia memória), não é, reconheçamos, muito animador em vésperas do jogo que vai ser decisivo na caminhada para o título. Mas acontece a todos os clubes, sobretudo aos melhores clubes (vejam o Barcelona), com equipas habituadas a ganhar e que habituaram os adeptos a vê-los mandar nos jogos e comandar campeonatos.

É certo que a escolha de Pedro Proença não pode deixar de nos inquietar. O Benfica, sobretudo desde que o “Apito Dourado”, contra todas as evidências, deixou impunes árbitros e dirigentes, vive mal com as arbitragens: os árbitros cuja cor clubista não engana, não têm pudor de nos prejudicar, muitas vezes de forma enviesada, em jogos anteriores com os futuros adversários do nosso principal adversário; enquanto os que são conotados com as cores do SLB, como é o caso de Pedro Proença, apitam sistematicamente contra nós, para provar que são isentos. E a verdade é que os seus desempenhos, apesar do apregoado empenho de Vitor Pereira (refiro-me ao Presidente da Comissão de Arbitragem, está bom de ver) nunca são verdadeiramente escrutinados nem punidos.

Mas eu, que sou pouco português nesta irracionalidade e que não me vou abaixo facilmente, prefiro encarar o jogo de amanhã com confiança e optimismo; a confiança e optimismo que eu espero ver nos jogadores do primeiro ao último minuto. Não o digo, nem o peço, por paixão clubista, mas por duas evidências: o futebol do Benfica é, de longe, o melhor e o mais consistente do campeonato. Nem Porto nem Sporting, com treinadores improvisados (no caso dos leões, a meio da época, depois de ter dispensado um treinador sem gabarito para as ambições do clube), jogam um futebol comparável com o nosso, nem em valores individuais nem colectivamente. Nem de perto nem de longe. E Jesus é o melhor treinador do Benfica da era moderna, isto é, desde que, graças ao vídeo, o treino passou a ser o que é o ensaio para o teatro ou as repetições numa orquestra sinfónica.

Jogo é jogo, futebol é futebol e nem sempre os melhores ganham; por azar, batota, infelicidade num lance ou numa lesão, quebra momentânea de concentração ou de forma física, má gestão do sucesso. Mas os benfiquistas têm que perceber que, ao cabo de anos de turbulência, hoje, contra ventos e marés e com alguns dossiers por resolver (como vai comportar-se a direcção da Federação e os departamentos de arbitragem e de disciplina? O que vão dar as difíceis negociações dos direitos desportivos?), o Benfica está finalmente no bom caminho. Assim os benfiquistas não entrem em depressão ao primeiro desaire, tornando-se treinadores de bancada improvisados sem dar o benefício da dúvida a quem tem a árdua tarefa de decidir, que dão bitates avulsos e contraditórios depois dos jogos acabados (devia ter entrado A ou tirado B), o que mina a corrente de confiança que deve ser indefectível entre os adeptos e a equipa e mói a tranquilidade que deve rodear treinador e jogadores.

Amanhã, vamos provar que somos melhores, que somos OS melhores! Nestes tempos de depressão colectiva, em que o povo está a ser submetido ao mais brutal dos ataques à sua soberania, aos seus direitos e à sua confiança, o Benfica tem que provar que continua a ser O grande clube popular, democrático e universal, que sabe o que é a grandeza, e que, até por isso, é uma força aglutinadora de vontades e que deve ser um exemplo de resistência contra o derrotismo e a adversidade.
Fonte:  MasterGroove

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