segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Djokovic


Benfica enviou para Londres uma camisola com o seu nome e o número ‘1' nas costas. O rosto do tenista sérvio iluminou-se quando a viu: 

"Ó meu Deus, não acredito! Benfica!"; depois, esforçando-se por falar em bom sotaque português, repetiu várias vezes seguidas a frase "Benfica, Eusébio, muito obrigado!" e mandou o seu agradecimento ao clube da Luz - acrescentando ter visto o encontro da Champions League da passada terça-feira que colocou o Benfica nos oitavos-de-final da Champions League..."







sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SMS Pinto da Costa para Abramovich


Cartoon A Gaiola




Benfica garante que «todos os requisitos de segurança estão preenchidos» e que a construção desta rede é algo já existente nos estádios «de grandes clubes europeus*»




*Real Madrid, Barcelona, Marselha, PSG, AC Milan, Bayern Munique...







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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Concerto a 3000 vozes em Old Trafford

Obrigado a todos!

Algumas horas depois do nosso apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, senti necessidade de expressar publicamente o meu agradecimento aos milhares de adeptos e sócios do Sport Lisboa e Benfica que ontem, em muitos momentos do jogo, nos fizeram duvidar se estávamos a jogar em Manchester ou na Luz.
Quero agradecer-lhes o esforço, o exemplo e, acima de tudo, a forma como durante todo o jogo apoiaram a equipa. São momentos como este, e não falo sequer do resultado desportivo, que me fazem sentir um tremendo orgulho por liderar este Clube.

É um orgulho ser presidente de um Clube com uma massa associativa que consegue fazer o que ontem fizemos em Manchester. Obrigado a todos os que estiveram no estádio, obrigado pela forma como sempre “empurraram” a equipa, obrigado por deixarem bem claro em Manchester a imagem do Clube que somos!

Luís Filipe Vieira

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Manchester Unitedtd 2 - Benfica 2: Golos com Relato






Vitor Pereira atira ao poste

Miguel Gameiro - Benfica Sempre



“Benfica sempre” é a nova canção do Benfica para esta época. 

Miguel Gameiro dá voz ao tema, ou não fosse ele um benfiquista ferrenho. “Foi um convite do Benfica que recebi com muito gosto e orgulho. É um tema feito com muito coração e amor à camisola”.

O grande desafio foi fazer um tema que representasse a história, a tradição do Benfica no nosso país enquanto grande clube que é: o passado, o presente, o futuro”





sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Naval 0-1 Benfica - Golo com Relato

Assim não chegamos lá!





Aos 300.000 Sócios....


Ricardo Araújo Pereira




Um abraço para Cristiano Ronaldo


Considero que Cristiano Ronaldo é modesto e casto. No lugar dele, tendo feito os sacrifícios que ele fez e obtido o que ele obteve, eu teria mandado fazer um cartaz, todo em néon, com os dizeres "Eu sou o grande Cristiano Ronaldo" e uma seta fluorescente a apontar para mim, pendurava-o ao pescoço e não saía de casa sem ele.

Cristiano Ronaldo acaba de ganhar mais um prémio importante e, no entanto (ou por causa disso), muitos estrangeiros odeiam-no, e alguns portugueses toleram-no com aquele desprezo manso que se dedica aos rústicos. Dizem "Cristiano Ronaldo" articulando todas as sílabas com escárnio, sublinhando toda a cristianoronaldice do nome. Essa gente maldosa sabe o que faz: o nome foi a única vantagem com que Cristiano Ronaldo nasceu. É um nome que indica ao seu proprietário a carreira que deve seguir. Um nome psicotécnico: um arquitecto Cristiano Ronaldo sabe que nunca vencerá o Pritzker, e um engenheiro Cristiano Ronaldo nunca será quadro de topo da Mota-Engil - a menos que tenha sido ministro das Obras Públicas, mas infelizmente o cargo de ministro também está vedado a Cristianos Ronaldos, como é óbvio. Não, assim que um miúdo recebe o nome de Cristiano Ronaldo, pode começar a engraxar as chuteiras: já sabe que vai ser jogador de futebol.

Foi a única vantagem com que Cristiano Ronaldo nasceu. Tudo o resto foi conseguido por ele. É por isso que, ao contrário do que parece ser a opinião geral, considero que Cristiano Ronaldo é modesto e casto. Modesto e casto, digo bem. E justifico: Ronaldo nasceu, há 26 anos, num lugarejo esquecido da Madeira. À custa exclusivamente do seu esforço, conseguiu ser considerado o melhor do mundo no seu ofício. É isso que faz dele modesto. No lugar dele, tendo feito os sacrifícios que ele fez e obtido o que ele obteve, eu teria mandado fazer um cartaz, todo em néon, com os dizeres "Eu sou o grande Cristiano Ronaldo" e uma seta fluorescente a apontar para mim, pendurava-o ao pescoço e não saía de casa sem ele. Que ele, de vez em quando, dê uma entrevista em que arrisca um tímido elogio a si mesmo, para mim, é sinal de humildade.

Além disso, recordo que Ronaldo tem 26 anos. Parece que se dedicou em exclusivo a uma russa quando tem 400 russas, 650 suecas, 890 finlandesas - e por aí adiante, por esse atlas afora - a baterem-lhe à porta. Qualquer rapaz normal de 26 anos que já tivesse ganho o suficiente para nunca mais precisar de trabalhar na vida faria uma curta interrupção sabática de 40 anos no futebol para se dedicar em exclusivo às estrangeiras e ao álcool, como muitos antes dele tiveram o discernimento de fazer. Entre a pândega e o trabalho, Cristiano Ronaldo optou por meter na cabeça que vai bater todos os recordes anteriormente estabelecidos pelos melhores jogadores da história, e parece bem lançado para o fazer. Escolheu mal, evidentemente, até porque aos 26 anos não temos ainda a maturidade para distinguir aquilo que é mais importante na vida, e os cantos de sereia da ética do trabalho conseguem fazer com que muito jovem imaturo abandone uma vida de libertinagem para cair tragicamente nos braços da competência profissional. Comparado com o que podia ser, Cristiano Ronaldo é um monge. Há padres mais devassos do que ele. Felizmente, eu sou capaz de perdoar as falhas de carácter mais graves, e não o admiro menos por causa disso.
Ricardo Araújo Pereira in VISÃO

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ajudar o Carlos Martins


Porque para AJUDAR não basta dizer

"Força Carlos Martins!"

“O internacional português Carlos Martins vive dias dramáticos devido à saúde do filho, de 3 anos, que necessita de um dador compatível de medula óssea com urgência.”     
Informações para quem quiser ser dador: AQUI 
Centro de Histocompatibilidade do Sul


Como posso ser dador de medula óssea?
 

Se tem entre 18 e 45 anos, 50 kg de peso (no mínimo), não é portador de doenças crónicas ou autoimunes e não recebeu uma transfusão de sangue desde 1980 e gostava de ser dador voluntário de medula, informe-se, junto do centro de dadores (Centros de Histocompatibilidade do Sul, do Centro e do Norte) da sua região, qual o hospital ou centro de saúde onde se pode dirigir.


Após manifestar intenção de ser dador, deverá preencher um pequeno questionário clínico que será avaliado por um médico. 


Caso não haja nenhuma contra-indicação, vai ser chamado para fazer alguns testes. 

Se tudo estiver bem, os seus dados serão guardados numa base informática nacional e internacional.

O anonimato e a confidencialidade são rigorosamente mantidos.





 
Como se processa a colheita de células de transplantação óssea?

Existem dois processos de colheita de células para transplantação de medula:


Colheita a partir da medula óssea - Células progenitoras colhidas do interior dos ossos pélvicos. Requer geralmente anestesia geral e uma breve hospitalização;

Colheita de células progenitoras periféricas - Colheita feita no sangue periférico, geralmente a partir de uma veia do braço, através de um processo chamado aférese, em que o dador tem de tomar previamente um medicamento que é um factor de crescimento que vai fazer aumentar a produção e circulação de células progenitoras no sangue periférico.

Cartoons Portugal-Bósnia

 
O bosnicídio de Lisboa 




 O grito

Portugal 6 - Bosnia Herzegovina 2 (Full Highlights)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

E-mail aberto: Domingos Amaral To: Alan

From: Domingos Amaral
To: Alan


Caro Alan
O que mais me chocou nas tuas declarações não foi a denúncia do suposto insulto racista com que Javi García te terá brindado, no qual não acreditei. O que mais me chocou foi teres dito que “70 por cento dos adeptos do Benfica eram negros”. Isso sim, foi um choque. Ó Alan, importas-te de repetir? É que, sabendo que existem 6 milhões de benfiquistas, 70 por cento dá o espantoso número de 4 milhões e 200 mil negros! Leste bem. Ora, asseguro-te que não existem 4 milhões e 200 mil negros em Portugal. Serão talvez 600 mil, não mais, e obviamente não são todos do Benfica. Em que benfiquistas estarias tu a pensar? Nos que vivem no Canadá, nos Estados Unidos, no Luxemburgo, em França, na Alemanha? É impossível saber. Penetrar nas profundezas do teu cérebro é difícil, há muita missanga a empatar. Assim sendo, suspeito que, além de seres um ignorante no que toca a percentagens e talvez devesses voltar à escola para aprender a fazer contas de cabeça, o mais grave em ti é veres a realidade de uma forma sempre distorcida. Pobre Alan, a tua mente anda tão torcida quanto as tuas tranças! O ano passado, Javi tocou-te no peito e tu agarraste-te ao pescoço! Este ano, depois de uma noite bem dormida, inventas insultos e proclamas barbaridades sobre o Benfica. Antigamente, à arte que tu tão bem praticas chamava-se falsificação. É o que tu és, um falsificador. Mas, para teu azar, és um falsificador incompetente, e a esses ninguém respeita. Até a aldrabar convém sermos bons, e tu és apenas medíocre. Ou melhor, és 70 por cento medíocre. O resto, que são os pés, até são razoáveis.

 Domingos Amaral in Jornal Record

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Entrevista a Pablo Aimar



Antes não gostava de dar entrevistas. Agora tolera-as de vez em quando. Fora do campo parece mais baixo e magro. Fala pausadamente, cumprimenta e despede-se com exemplar educação. Pede desculpa se grita com os colegas no campo e diz que ainda não fala português porque tem vergonha.



Pablo, para começo de conversa, trazemos-lhe as oitenta e uma primeiras páginas de A BOLA que têm uma fotografia sua. Destas, qual destacaria?
Vamos ver, são muitas! Julgo que a do clássico com o Sporting, no ano em que ganhámos a Liga. Onde é que ela está? Tenho de procurar...

É uma em que aparece ao colo do Luisão, em Abril de 2010, pode consultar pela data.
Sim, esta, cá está.

Falando de capas, falemos de jornais. É fácil a relação de um grande jogador com os jornalistas?
Terão de perguntar a um grande jogador [risos]...

Por isso mesmo lho perguntamos a si...
Bom, se a pergunta é para mim, digamos que há uns anos, quando era mais chico, essa relação era complicada. Mas era um erro, admito. Não entendia que futebolistas e jornalistas fazem ambos parte de um mesmo jogo e de um mesmo espectáculo. Não entendia as críticas, não as aceitava. Não percebia que aquelas pessoas, jornalistas como vocês, estavam apenas a trabalhar. Nessa altura lia tudo o que saía nos jornais.

Por ser Aimar, sente-se muito pressionado? José Mourinho chegou a dizer aos jornalistas espanhóis que, por causa deles, tinha de ter cuidado com aquilo que punha no caixote do lixo. Sente o mesmo?

Nunca senti isso. Mas estão a falar-me do melhor treinador do Mundo, a trabalhar numa das duas melhores equipas do Mundo e, a esse nível de popularidade, não sei o que se passa. Não passo, nunca passei, por aquilo que passam Cristiano ou Messi, por exemplo. É uma fama de nível mundial e não sei o que se passa na pele deles.


Mas Aimar também é mundialmente famoso.

Sim, mas falo de outro nível. Falo dos melhores três ou quatro jogadores. Talvez dos melhores dez, vá lá. Excluindo esses, acho que se pode fazer uma vida perfeitamente normal.


A ideia que se tem em Portugal é que, na Argentina, a pressão dos adeptos é terrível, quase assustadora.

Não. Num clube como o Benfica, que tem 200 mil sócios e não sei quantos milhões de adeptos, a pressão de ganhar é igual. No Valência e no Saragoça, as outras equipas em que joguei, é quase igual. A pressão de um médico, que tem de salvar a vida de uma pessoa, nada tem a ver com a pressão de um jogador. É muitíssimo superior.


Quando lhe deu o click para assumir que queria realmente vir para o Benfica?
Todos temos ego, embora o possamos tentar negar. Por isso, quando vi uma pessoa tão importante no mundo do futebol, como Rui Costa, vir de Lisboa a Saragoça para falar comigo e me tentar contratar, o meu ego ficou inchadíssimo. Só quis retribuir-lhe a confiança que estava a depositar em mim.

Até que idade pensa jogar?
Até desfrutar. Gosto de treinar, gosto de jogar, gosto do momento de entrar no relvado, gosto de todas estas sensações. Imagino, porém, que um dia não será assim. Quando tinha 20 anos achava impossível haver um dia em que não gostasse de jogar. Agora, continuo a gostar, mas sei que haverá um dia em que o corpo dirá não.

Muito longe ainda?
Não sei. Não gostaria era de continuar a jogar por algum factor extra, isso não. Respeito quem o faz, mas gostaria de ter a lucidez ou a inteligência para ser eu a deixar o futebol e não permitir que seja o futebol a deixar-me a mim.

Como vê FC Porto, Sporting e SC Braga? Quem está mais forte?
Há um ano, perguntaram a um jogador, não me lembro qual, o que achava do adversário Benfica. E ele disse: «Acho que está mais fraco». Não gostei de ler essa frase e é por isso que não falo dos outros. Digo, apenas, que o Benfica está bem e pode lutar de igual para igual com os outros três candidatos. São quatro candidatos a ganhar o título. Importante é olharmos para o nosso interior e ver que estamos bem.


Nos jogos em Braga acontecem, como diz Artur, coisas do outro Mundo?
São jogos complicados porque o SC Braga é muito boa equipa, porque tem bons jogadores que sabem o que querem. Têm um estilo de jogo que os fez ser finalistas da Liga Europa.


O golo ao Paços de Ferreira, em Outubro de 2010, pegando na bola antes do meio-campo, fintando três jogadores e fazendo o 1-0 foi o seu melhor no Benfica?
Não.


Não?
Aquele de que mais gostei foi o que marquei ao Sporting.


Porquê?
Não estávamos a jogar bem e necessitávamos de ganhar para darmos um passo muito grande rumo ao título. Além disso, foi um golo bonito porque fugi a um defesa, não o via mas intuía que vinha atrás de mim, passei pelo guarda-redes e, quando o defesa chegou, levantei a bola e fiz golo.


Acredita que Javi García proferiu as frases racistas durante o jogo em Braga, como acusa Alan?
Conhecemos muito bem Javi, sabemos quem é e o que pensa e sabemos que não tem qualquer problema desse tipo. Há limites para tudo. Aceito que tu digas que eu sou um desastre. Faz parte do jogo e do futebol. Se falarmos de outras coisas, bem graves, como essa do racismo, é mais complicado. Não acredito nisso.
Fonte: Jornal A BOLA

Portugal, Cavaco Silva e o BENFICA


Com "vivas" a Portugal e ao  Benfica, o Presidente da República foi recebido no domingo em San José,  naquela que é a primeira visita de um Presidente da República à Califórnia  nos últimos 20 anos.



"Viva Portugal", "Viva o Presidente da República" e "Viva o Benfica" foi a saudação que se ouviu do meio da multidão quando Cavaco Silva chegou.



 O Áudio Aqui:


Ibrahimovic: Epic Fail


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A pior desde 1970



Os números apresentados por Paulo Bento - oito jogos e 12 golos sofridos (21 marcados) O treinador português parece ter recuado no tempo e apresenta uma média de 1,5 golos sofridos por jogo. Pior, só há mais de 40 anos






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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Grande Benfiquista!



Lamentável este conceito de equidade social...

Provavelmente este Benfiquista só queria perguntar aos atletas do Braga se estão revoltados e solidários com a dívida do seu Clube para com o antigo colega de Profissão  Artur Morais




sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Momento Alto



Durante a conferência de imprensa de Cristiano Ronaldo, que recebeu a Bota de Ouro, surgiu a música do hino do Benfica proveniente do telemóvel de Eusébio.

A antiga glória do Benfica tentou imediatamente desligar o telemóvel, mas precisou da ajuda de Cristiano Ronaldo para solucionar a situação, isto com o presidente honorário do Real Madrid, Di Stefano, atento à situação e... sorridente. 

Fonte: A Bola

Benfica Universal


A imagem acima  não é uma produção caseira. Trata-se de um anúncio (de 2009) de uma empresa publicitária da África do Sul a um detergente de lavar louça Sunlight anti-bacteriano. 
 
A referência ao SLB num anúncio para mercados que não o da língua portuguesa não será alheia ao facto de o director criativo da empresa publicitária ter provavelmente raízes lusas (chama-se Rui Alves). Seja como for, e apesar de o conteúdo ser um tanto depreciativo, é sem dúvida uma demonstração da global dimensão do Glorioso.




O anúncio AQUI

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pano para Mangala


Pela Boca Morre o Peixe





«...Sim, por aí. De jogadores que eu não tenho a mínima dúvida. Não compramos Manducas nem Marceis. Compramos jogadores que daqui a dois anos, quando renovarmos a equipa se calhar estaremos a dizer “como é possível vendermos este jogador?”...» 
Pinto da Costa - Entrevista à SIC

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