segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Verdade nua e crua





“Ser do FC Porto era ser o que o FC Porto era: um clube a fechar-se dentro de uma região, a olhar todo o resto de Portugal como um espaço de inimigos em delírio, de mouros a abater. O Benfica dava-me a imagem oposta: a ilusão de um universo sem limites”, começou Móia por dizer, considerando que se “o FC Porto ganhou mais do que nós, não soube aprender a ganhar o que ganhou.”

 “Naquele tempo, ser Benfica era escolher simbolicamente a liberdade. Enquanto os nossos adversários tinham a dirigi-los homens da Legião, deputados da União Nacional, magnatas e burocratas enfeudados no salazarismo, nós, no Benfica, tínhamos presidentes que tinham sido operários e sindicalistas, que tinham sido deportados e perseguidos pela PIDE, que não se resignavam à ditadura, antes pelo contrário”

 “Não, o Benfica nunca foi o clube do regime, foi sempre o clube que o regime teve de suportar a contragosto e de que, depois, se apoderou para, na sua propaganda, lhe parasitar a glória.”
Carlos Móia - Presidente da Fundação Benfica


Di Maria vai render mais 5 milhões


O Real Madrid vai pagar mais cinco milhões de euros ao Benfica pela transferência de Di María, uma vez que o argentino foi inscrito em todas as provas que os ‘merengues’ estão a disputar. 

Na altura da transferência, no início da época, ficou acordado um valor inicial de 25 milhões de euros, que seria reforçado com mais cinco milhões “indexados” à utilização de ‘Angelito’ nas provas espanholas, bem como nas da UEFA.

No final da presente temporada o Benfica poderá ainda receber mais 6 milhões de euros. Para que isso aconteça, o jogador terá de efectuar um determinado número de jogos (2 milhões) e ajudar os ‘merengues’ a vencer a Liga espanhola (2 milhões) e a Champions (2 milhões).







Também Pode Gostar

Blog Widget by LinkWithin