No dia em que o mercado fecha, o treinador do Sporting (Paulo Sérgio) poderá enfrentar uma onda de protestos dos adeptos do Sporting. Após as declarações de Paulo Sérgio em como ao Sporting “falta um pinheiro no ataque”, os adeptos do clube esverdeado receiam que o pinheiro que fará parte do plantel possa ter o parasita nemátodo do pinheiro; na memória recente destes adeptos encontra-se ainda o problema de bicho da fruta que era João Moutinho. Após o problema de fruta podre no seu pomar, o Sporting parece estar a tratar da transição para pinhal.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Táctica de Roberto no penálti
Roberto, guarda-redes espanhol do SLB, não pretendia defender a grande penalidade no jogo com o Vitória de Setúbal. "Todos sabem que eu sou péssimo a sair da baliza, sem qualquer noção de timing, mas que isso nunca me impediu de o fazer. E foi precisamente isso que tentei fazer na grande penalidade. Pensei que a melhor maneira de defender o remate era sair da baliza, para desestabilizar o adversário. E foi isso que fiz, o melhor que pude. Mas o meu melhor não foi suficiente, mais uma vez, e acabei, em vez de sair para a frente, por cair para o lado, por acaso na direcção da bola, tendo-a defendido sem querer", explicou Roberto ao Inimigo Público. "Agora só tenho que apurar esta técnica. Por exemplo, na próxima vez que tiver que sair da baliza vou tentar fazer o pino. Pode ser que, sem querer, a coisa acabe por resultar". O Inimigo Público avança também que uma vez que Roberto está a sentir uma enorme pressão por ter custado 8,5 milhões, os médicos vão hipnotizá-lo para ele pensar que custou 150 euros.
Fonte: adaptado de Inimigo Público
domingo, 29 de agosto de 2010
Roberto e a batata
Foi uma exemplar demonstração que em futebol, a lógica é mesmo
a da batata: depois de ter perdido a titularidade, Roberto regressou à baliza a
meio da primeira parte do jogo com o Vitória de Setúbal após expulsão de Júlio
César (que fez um penalti). Roberto defendeu a grande penalidade e, para já, reconquistou
os adeptos. Que grande ironia se escreveu ontem no estádio da Luz. Espera-se
que este jogo lhe traga a tranquilidade que precisava. Está agora em melhores
condições para mostrar se merece defender a baliza do SLB. Resumo do jogo aqui.
sábado, 28 de agosto de 2010
Crónicas Ricardo Araújo Pereira
Agora sem mãos
É a questão que os benfiquistas mais descrentes colocam a si
próprios por estes dias: o Benfica já perdeu o campeonato em Agosto ou os
quatro pontos de atraso para o Braga ainda são recuperáveis? É uma inquietação
legítima, mas temo que o verdadeiro alcance deste início de época não esteja a
ser compreendido por todos.
O problema é este: um
campeonato até Jaime Pacheco ganha. Mas ganhar um campeonato à Benfica, às
vezes nem o Benfica consegue. O último campeonato foi ganho à Benfica. Com
grandes exibições, goleadas, enfrentando o melhor Braga de sempre e um Porto
orientado por um treinador tricampeão. Este ano parece-me que faltava alguma
motivação. O Braga, desfalcado e empenhado nas competições europeias, aparenta
estar menos capaz de suportar uma prova tão longa, e o Porto passou a ser
treinado pelo Mourinho de pechisbeque. Era óbvio que o Benfica precisava de um
desafio. Daquela emoção que o artista do poço da morte procura quando grita:
«Agora mais difícil: sem mãos!» Que se passou, desde há três meses? Jesus é o
mesmo. Os jogadores também, quase todos. O que equivale a dizer que o poço é o
mesmo e a mota também. Um aborrecimento. As cabriolas do ano passado já não nos
impressionariam. Era altura de gritar: «Agora mais difícil: sem vitórias até 28
de Agosto!» O campeonato começa hoje, meus amigos.
“ (…) se, como eu prevejo,
o Braga, ficando em segundo lugar, não sobrevive às eliminatórias da Champions,
isso significa que o Benfica faz sua toda a receita dos direitos televisivos,
sem ter de a dividir a meias com outro clube português participante na
competição. Há que estar atento, Sr. Vítor Pereira”
Miguel Sousa Tavares, 6 de Abril de 2010
Quando se percebe de
futebol é outra coisa. Há quatro meses, o Braga estava a ser beneficiado pela
arbitragem – o que, surpreendentemente, favorecia o Benfica. O mesmo Braga que
só perdeu o campeonato na última jornada, o mesmo Braga que amealhou pontos
suficientes para ser campeão em vários dos últimos campeonatos, estava a ser
beneficiado para ajudar o clube cujos calcanhares andou a morder até ao fim. O
raciocínio, chamemos-lhe assim, era simples: como, depois de apurado para a
Champions, o Braga não passaria à fase de grupos, o Benfica receberia a
totalidade dos direitos televisivos, perante a passividade do desatento Sr.
Vítor Pereira. Talvez fosse útil a publicação de um manual de instruções para
teorias de conspiração. O primeiro mandamento estipularia: se a teoria não
tiver pés nem cabeça e se basear apenas numa previsão com a pujança
premonitória das do professor Bambo, abandone-a. Aí está uma obra que evitaria
alguns embaraços, uma vez que a realidade se encarregou de demonstrar que, tal
como pensavam todos os que não estavam de má-fé, este Braga ficou em segundo
lugar porque era mesmo superior ao plantel mais caro de sempre do futebol
português. Que o Sporting de Braga seja, então, bem-vindo à Liga dos Campeões,
até porque não é todos os dias que se consegue ver um Sporting nesta
competição.
Ricardo Araújo Pereira, 28 de Agosto in Jornal A Bola
De encher o olho....
Exibição de encher o olho...
É o que estamos todos a precisar...!
BENFICA - SETÚBAL
21:15- TVI
Em
relação ao último jogo com Nacional, entram César
Peixoto, que regressa após lesão, e Luís Filipe e saem Fábio Faria e
Airton.
Regista-se ainda uma troca de guarda-redes com a entrada de Júlio César para o lugar de Moreira.
Regista-se ainda uma troca de guarda-redes com a entrada de Júlio César para o lugar de Moreira.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Roberto e Júlio César.
Defesas: Luisão, Maxi Pereira, Fábio Coentrão, Luís Filipe, David Luiz, César Peixoto e Sidnei.
Médios: Ruben Amorim, Javi Garcia, Pablo Aimar, Carlos Martins, Nicolás Gaitán e Salvio.
Avançados: Cardozo, Saviola, Franco Jara, Weldon e Nuno Gomes
Guarda-redes: Roberto e Júlio César.
Defesas: Luisão, Maxi Pereira, Fábio Coentrão, Luís Filipe, David Luiz, César Peixoto e Sidnei.
Médios: Ruben Amorim, Javi Garcia, Pablo Aimar, Carlos Martins, Nicolás Gaitán e Salvio.
Avançados: Cardozo, Saviola, Franco Jara, Weldon e Nuno Gomes
CARREGA BENFICA!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Simão não ia ser convocado para o arranque da qualificação do Europeu
Simão Sabrosa não iria ser convocado para a dupla
operação Chipre/Noruega, no arranque da fase de qualificação para o Euro
2012. Apesar de pré-convocado, o jogador não iria ser chamado para os
dois jogos de 3 e 7 de Setembro.
Simão Sabrosa foi um dos
jogadores que confrontou Carlos Queiroz durante o Mundial 2010, com
decisões do seleccionador, e não deixa de ser curioso que Simão, na
carta da renúncia, enviada à Federação, não tenha mencionado em nenhum
momento, a presença no campeonato do mundo da África do Sul, entre as
passagens mais importantes com a camisola das "quinas".
Simão Sabrosa renunciou à selecção nacional portuguesa. O extremo, de 30 anos, jogador do Atl. Madrid, comunicou a sua decisão via carta endereçada a Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
No documento, Simão Sabrosa explica que, "em virtude de motivos de ordem pessoal, não poderei estar disponível para representar oficialmente, e como jogador profissional, a Selecção Nacional de Futebol".
Simão Sabrosa renunciou à selecção nacional portuguesa. O extremo, de 30 anos, jogador do Atl. Madrid, comunicou a sua decisão via carta endereçada a Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
No documento, Simão Sabrosa explica que, "em virtude de motivos de ordem pessoal, não poderei estar disponível para representar oficialmente, e como jogador profissional, a Selecção Nacional de Futebol".
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Crónicas Leonor Pinhão
Até 19 de Setembro, que ninguém se enerve!
NÃO é a
primeira vez nem será, porventura, a última que as circunstâncias me
obrigam a partilhar com os caríssimos leitores algumas noções que me
foram ensinadas na infância pelo meu avô, um grande educador no que diz
respeito ao comportamento minimamente exigível ao mais comum dos
adeptos do Benfica, quer em público quer em privado.
Ora
aprendam, se quiserem, com este episódio ocorrido há muitos, muitos
anos, quando a CUF do Barreiro militava na divisão principal e, pelo
final de uma tarde cinzenta de domingo, o bordo de um barco fervilhante
de indignação, regressávamos os dois a Lisboa depois de uma derrota do
Glorioso no campo da CUF.
A
falange benfiquista lotava o cacilheiro e tal como as águas de Tejo
espelhavam o céu, as conversas, em tom alto e desabrido, espelhavam o
desânimo, a revolta, a intolerância dos passageiros esbaforidos perante o
resultado do jogo.
Sentados
lado a lado, ouvíamos o troar dos debates exaltados e de tal modo que o
barco parecia navegar por vontade própria, abafado que fora pela
barulheira o roncar do motor. O chinfrim, a mim, não me dizia nada.
Naturalmente o que eu queria, naquele instante confuso que precede
todas as crises de fé, era ouvir a opinião do meu avô.
- Foi muito mau perder, não foi? – perguntei-lhe em voz baixa.
-
Quanto mais o Benfica perde mais eu gosto do Benfica – respondeu-me
num tom peremptório e suficientemente alto para que os passageiros mais
próximos o ouvissem e se calassem, momentaneamente embaraçados pela
tirada do ancião que não admitia discussões. Mesmo assim, passado o
pasmo inicial, houve logo quem pretendesse arrastar o meu avô para
concordâncias fáceis.
-
Mas não acha que Fulano não jogou nada? E que Sicrano está gordo? E
que Beltrano não tem categoria para vestir a nossa camisola?
À espera da resposta, cravaram-se no velho uma dúzia de pares de olhos espevitados pela curiosidade que não foi satisfeita.
- Olhe, amigo, para mim dizer mal de qualquer jogador do Benfica é mais feio do que cuspir na sopa.
E
acabou-se ali a conversa. Pelo menos naquele recanto daquele
cacilheiro naquela viagem depois de uma derrota do Glorioso no campo da
CUF do Barreiro.
VEM-ME
esta memória marítima, obviamente, a propósito do arranque oficial da
época de 2010/2011 em que o Benfica já encalhou em três escolhos e o
inesperado da situação tem motivado farta gritaria, tal como acontece
quando o caso é de aflição. E, na verdade, é. O Benfica já perdeu em
duas jornadas desta Liga dois jogos, ou seja, soma em Agosto o mesmo
número de derrotas com que, na temporada passada, chegou ao fim das 30
jornadas, em Maio.
Se
Jorge Jesus fosse um sádico iluminado, restava-lhe agora somar de
rajada os 4 empates contabilizados no campeonato de 2009/2010 e, depois,
com um grande descaramento, abalançar-se a uma série de 24 jornadas
seguidas só com vitórias, repetindo o registo da prova anterior, para
festejar uma vez mais o título no Marquês de Pombal transportando
Roberto Jimenez ao colo.
Lamentavelmente, não será este o cenário mais verosímil…
O
guarda-redes espanhol que chegou ao Benfica para ser uma solução é,
hoje, um problema, e dos grandes, que afecta não só a equipa toda como,
de forma silenciosa e tremenda, está também a afectar a imagem de
autoridade e a pôr em causa a voz do comando de Jorge Jesus. E essa
perda de credibilidade do seu treinador era, justamente, a pior coisa
que podia acontecer ao Benfica, brilhante campeão nacional em título e
mais do que desejoso de repetir a conquista para se reafirmar como
potência interna.
É
que o Benfica não ganha dois títulos nacionais seguidos há um quarto de
século, desde as épocas de 1982/1983 e 1983/1984, ao tempo de
Sven-Goran Eriksson.
Neste
pequeno desastre de arranque – e para já não é mais do que isto -, o
Benfica só se pode queixar de si mesmo porque, atendendo às
circunstâncias, até lhe fica mal chorar-se dos penalties que ficaram por
assinalar no jogo com a Académica e no jogo com o Nacional da Madeira.
Essa,
não é de todo, a conversa de um campeão que deveria ter assumido mais
cedo, muito mais cedo, por princípios de Julho, desde o jogo com o Sion
e daquela chapelada patética, que o dono da baliza não estava
encontrado e que o erro de casting reclamava de correcção imediata e
sem hesitações. São coisas que acontecem e não há que temer resolvê-las
antes que a tempestade num copo de água se transforme num furacão de
proporções assombrosas. E é isso que temos hoje.
A
grande vítima dos azares de Roberto é, sem qualquer espécie de dúvida,
Jorge Jesus, apontado como a força contratadora do jogador e, depois,
perante o avolumar dos lapsos, apontando como a única força que
contrariou o bom senso, apostando no guarda-redes que foi desencantar a
Saragoça e que, ele próprio, Jorge Jesus, reconhecerá com mágoa mas sem
esforço que é hoje a maior anedota do futebol português.
Tudo isto era dispensável, não era?
Eu
dispensava, por exemplo, ter de ouvir as opiniões enternecedoras de
Quique Flores, sugerindo, desde Madrid, «um novo voto de confiança que o
ajudará a concentrar-se», quando o mesmo Quique Flores, na temporada
de 2008/2009, foi bem menos paciente com Quim, afastando-o da equipa
depois de uma curta série de jogos infelizes – goleado por 6 golos pela
selecção do Brasil, por 5 golos pelos gregos do Olympiakos e
protagonista infeliz de um Benfica-Vitória de Setúbal que terminou
empatado, 2-2, e que afastou a equipa da liderança do campeonato.
Enfim… é o que acontece a quem se põe a jeito para ouvir sermões de vozes desautorizadas pela experiência histórica.
Vai
ser difícil o trabalho do sucessor de Roberto, seja ele qual for, na
baliza do Benfica. Mas não será esse facto que impedirá o Benfica de,
rapidamente, se recolocar sobre carris e avançar com confiança para os
seus objectivos ligeiramente embaciados depois do vapor destes
primeiros jogos. O campo de manobra de Jorge Jesus é ainda largo e
basta-lhe cumprir com o que prometeu na pré-temporada para que os ânimos
serenem dentro e fora do balneário. Podem não estar lembrados,
caríssimos leitores, mas o treinador do Benfica avisou bem cedo que só
teria a equipa a jogar como ele gosta e como ele quer lá por meados de
Setembro.
E
basta consultar o calendário… na quinta jornada do campeonato, a 19 de
Setembro, o Benfica receberá, na Luz, o Sporting e será, precisamente,
nessa ocasião que a coisa ou vai ou racha. Até lá, o melhor a fazer é
aguardar sem fazer ondas, não vá o barco entornar-se.
O
Sporting de Braga surpreendeu na eliminatória com o Celtic,
impressionou na eliminatória com o Sevilha, está, portanto, com toda a
justiça, na fase de grupos da Liga dos Campeões. Resta saber como é que a
equipa de Domingos de aguentará em duas competições exigentes, uma
nacional, a outra das portas para fora. Na temporada última, houve quem
visse no facto de o Braga ter sido afastado das lides europeias logo no
Verão, a explicação para uma carreira interna absolutamente incrível
que durou pelo Outono, Inverno e só terminou pelo final da Primavera.
Mas agora não é momento para calculismos deste género. É momento para
dar os parabéns ao Sporting de Braga.
Leonor Pinhão, 26 de Agosto in Jornal A BOLA
Benfica conhece hoje adversários da 'Champions'
Esta quinta-feira, a partir das 17h, há sorteio da
fase de grupos da Liga dos Campeões. A saber, andarão à roda quatro
equipas inglesas, três italianas, alemãs, francesas e espanholas, duas
portuguesas, russas e holandesas e uma escocesa, suíça, dinamarquesa,
ucraniana, grega, israelita, sérvia, eslovaca e turca.
O sorteio da fase de grupos da
Liga dos Campeões está agendado para esta quinta-feira, a partir das
17h, no Fórum Grimaldi, no Mónaco.
Benfica e Sp. Braga são os dois representantes portugueses, já sabendo em que potes ficarão colocados e os adversários que evitarão.
Os "encarnados", campeões nacionais em título, não podem defrontar as restantes sete equipas do Pote 2, onde estão inseridos. São elas Werder Bremen, Real Madrid, AS Roma, Shakhtar Donetsk, Valência, Ol. Marselha e Panathinaikos.
Já os "arsenalistas" que deixaram para trás Celtic e Sevilha nas duas rondas de qualificação para esta prova, estão colocados no Pote 3 e já sabem que não poderão enfrentar Tottenham, Glasgow Rangers, Ajax, Schalke 04, Basileia, Copenhaga e Spartak Moscovo.
De resto, Benfica e Sp. Braga apenas sabem que não poderão defrontar-se entre si. Todas as restantes possibilidades estão equacionadas.
Liga dos Campeões
Sorteio da Fase de grupos
Pote 1
Inter, Barcelona, Man. United, Chelsea, Arsenal, Bayern Munique, AC Milan e Ol. Lyon.
Pote 2
Werder Bremen, Real Madrid, AS Roma, Benfica, Shakhtar Donetsk, Valência, Ol. Marselha e Panathinaikos.
Pote 3
Tottenham, Glasgow Rangers, Ajax, Schalke 04, Basileia, Sp. Braga, Copenhaga e Spartak Moscovo.
Pote 4
Hapoel Telavive, Twente, Rubin Kazan, Auxerre, Cluj, Partizan, Zilina e Bursaspor.
Benfica e Sp. Braga são os dois representantes portugueses, já sabendo em que potes ficarão colocados e os adversários que evitarão.
Os "encarnados", campeões nacionais em título, não podem defrontar as restantes sete equipas do Pote 2, onde estão inseridos. São elas Werder Bremen, Real Madrid, AS Roma, Shakhtar Donetsk, Valência, Ol. Marselha e Panathinaikos.
Já os "arsenalistas" que deixaram para trás Celtic e Sevilha nas duas rondas de qualificação para esta prova, estão colocados no Pote 3 e já sabem que não poderão enfrentar Tottenham, Glasgow Rangers, Ajax, Schalke 04, Basileia, Copenhaga e Spartak Moscovo.
De resto, Benfica e Sp. Braga apenas sabem que não poderão defrontar-se entre si. Todas as restantes possibilidades estão equacionadas.
Liga dos Campeões
Sorteio da Fase de grupos
Pote 1
Inter, Barcelona, Man. United, Chelsea, Arsenal, Bayern Munique, AC Milan e Ol. Lyon.
Pote 2
Werder Bremen, Real Madrid, AS Roma, Benfica, Shakhtar Donetsk, Valência, Ol. Marselha e Panathinaikos.
Pote 3
Tottenham, Glasgow Rangers, Ajax, Schalke 04, Basileia, Sp. Braga, Copenhaga e Spartak Moscovo.
Pote 4
Hapoel Telavive, Twente, Rubin Kazan, Auxerre, Cluj, Partizan, Zilina e Bursaspor.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Di María encanta Santiago Bernabéu
Angel Di María encantou os adeptos do Real Madrid no encontro particular frente ao Penarol, realizado nesta terça-feira. O extremo argentino, oriundo do Benfica, marcou um golaço após uma primeira parte cinzenta dos «merengues». Van der Vaart fechou a contagem, garantindo o Troféu Santiago Bernabéu.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Obrigatório parar
SEGUNDO ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA DESPORTIVA
Jorge Sequeira, psicólogo com especialização no desporto, aconselha
como terapia para Roberto o descanso. Por outras palavras, Jesus deve
promover alteração na baliza, até como forma de salvaguardar a
estabilidade da equipa.
“Quando um jogador está bem, mantém-se na
equipa; se falha, é retirado. Esta é uma regra elementar do futebol.
Além disso, no caso dos guarda-redes, estes nunca pedem para sair, têm
de ser os treinadores a decidir”, considera o antigo elemento da equipa
técnica do Sp. Braga, classificando a manutenção de Roberto no onze como
“insustentável”.
Sequeira nota “alguma ansiedade” no
guarda-redes, algo que pode tolher-lhe as faculdades cognitivas. “Quando
tiver de sair da baliza, quando tiver de saltar, vai estar sob brasas.
Vai estar obcecado em mostrar que tem valor”, nota este especialista,
com mestrado em ansiedade e controlo emocional. Mais: ele “vai estar a
fervilhar”, face às críticas que lhe são dirigidas, o que lhe “belisca o
otimismo e aumenta a ansiedade”.
Risco de contágio. Para
Sequeira, a situação que Roberto atravessa pode afetar a equipa. “Isto é
como uma família: se uma pessoa chegar a casa e vir a mãe a discutir
com a irmã, fica aborrecido, mesmo que esteja contente. Perante a
situação de Roberto, os jogadores vão estar mais preocupados em saber se
ele faz uma defesa do que na estratégia e nas outras componentes do
jogo”, observa, considerando que “a atenção e a concentração” podem ser
afetadas. “Pode haver risco de contágio”, acrescenta.
A bem da
“estabilidade da equipa”, este preletor da UEFA recomenda que Roberto
faça uma pausa. Em causa pode estar, aliás, a posição de Jesus, enquanto
responsável pelo plantel. “Que credibilidade tem um líder que não toma
medidas? Os jogadores vão pensar que podem fazer o que quiserem que se
mantêm em campo”, refere, frisando: “O Moreira perguntará se vale a pena
trabalhar e se não é preferível, durante os treinos, estar sentado a
jogar às cartas.”
Fonte: Jornal Record
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Crónicas Ricardo Araújo Pereira
Uma Semana Humilhante
A derrota do Benfica em casa, frente à Académica, não pode deixar de ser
considerada humilhante. Humilhante para o Porto, bem entendido: em tão
pouco tempo e com um plantel muito semelhante, Jorge Costa já está a
fazer melhor do que André Villas-Boas. Quem assistiu, no ano passado, à
derrota da Académica de Villas-Boas no Estádio da Luz por 4-0 constata
sem dificuldades que a Académica de Jorge Costa está muito mais bem
orientada.
Como se a vergonha do fim-de-semana não bastasse, o Porto viria a ser
reincidente na desonra dias depois, perdendo Salvio para o Benfica.
Ciente da dimensão do enxovalho, André Villas-Boas tentou fingir que o
que toda a gente sabia era mentira numa conferência de imprensa em que,
por incrível que pareça, não usou uma vez que fosse a palavra
«exacerbação». Disse o treinador do Porto que, se o seu clube estivesse
interessado em Salvio, o jogador estaria no plantel - uma vez que os
portistas se antecipam ao Benfica nas contratações sempre que o desejam.
Sem querer exacerbar, todos sabemos que tal não é verdade. Se o Porto
conseguisse roubar ao Benfica todos os profissionais que interessam a
ambos os clubes, a esta hora Villas-Boas ainda seria treinador da
Académica.
PAULO SÉRGIO prepara-se para, no espaço de cerca de três meses,
colocar duas equipas fora da Liga Europa. Julgo que estamos perante um
especialista. Primeiro foi o Guimarães, afastado das competições
europeias no último jogo do campeonato pelo Marítimo, e agora é o
Sporting, que está prestes a ser eliminado pelo poderoso Brondby. Na
mesma semana, o treinador do Sporting disse que tinha a melhor equipa do
Mundo e perdeu em Paços de Ferreira, e depois disse que o Sporting era
favorito em todos os jogos e perdeu em Alvalade. Não me surpreende que a
melhor equipa do Mundo perca em Paços de Ferreira. O que acho
verdadeiramente estranho é que Anderson Polga consiga ser titular na
melhor equipa do Mundo.
OUÇO dizer que os jornalistas do Expresso captaram boas declarações
de Pinto da Costa. Não li a entrevista, mas custa-me a crer que sejam
melhores que as declarações que a Judiciária captou e ainda pontificam
no YouTube. Sem querer beliscar o brio profissional dos jornalistas que,
ao longo dos anos, têm entrevistado Pinto da Costa, é apenas justo
referir que meia dúzia de polícias fizeram melhor jornalismo – e sem
precisarem de colocar uma única pergunta. Quando se tem talento…
É impressionante o modo como Carlos Queiroz, um treinador cujas
equipas praticam um futebol tão pouco emocionante, consegue despertar
tantas emoções fora do relvado. Dificilmente se chegará a um consenso a
propósito deste intrincado caso disciplinar. Quem tem razão? Queiroz? A
brigada antidoping? As amostras de urina? É difícil dizer, sobretudo
quando ainda ninguém concorda sobre a prestação de Portugal no
Campeonato do Mundo. Foi boa ou má? É verdade que a Selecção só foi
eliminada pela equipa campeã do Mundo, mas não é menos verdade que
Portugal não consegui marcar um único golo a quartetos defensivos que
não fossem formados por Ji Yun-nam, Ri Kwang-chon, Ri Jun-li e Pak
Chol-jin. Todos os defesas que neste momento não se encontram em campos
de trabalhos forçados revelaram-se intransponíveis para a estratégia
ofensiva portuguesa. Sim, mas seria realista esperar que Portugal
conseguisse a proeza sobre-humana de bater a Espanha? Bom, a Suíça
conseguiu. Digamos que não era propriamente impossível. Creio que o
grande problema da Selecção é que Carlos Queiroz só joga ao ataque nas
entrevistas ao Expresso. No entanto, não sou daqueles que dizem que o
futuro é negro. Se a federação conseguir arranjar maneira de suspender
Queiroz até Agosto de 2012, julgo que Portugal tem boas hipóteses de se
sagrar campeão da Europa.
Ricardo Araújo Pereira, 21 de Agosto in Jornal A Bola
Pinto da Costa: «Ganhámos uma taça a uns caceteiros»
Pinto da Costa referiu-se de forma irónica aos recentes
triunfos do FC Porto e apelidou os jogadores do Benfica de "caceteiros",
frente a quem os dragões ganharam a Supertaça no início deste mês de
agosto.
As declarações foram proferidas num jantar em Vila Praia de
Âncora, na sequência da inauguração da Casa de Caminha, onde estiveram
perto de 300 adeptos.
"Não estamos aqui a festejar porque não
ganhámos nada", começou por dizer o líder portista. "Vencemos apenas um
jogo do playoff da Liga Europa; vencemos um jogo do campeonato e
ganhámos uma taça a uns caceiteiros.
Isto, comparado com quem já ganhou
Taças Europeias, Intercontinentais, Taças UEFA e não sei quantos
campeonatos, realmente não é nada", disse.
Com Fruta, Rebuçados, Café com leite e balneários bem regados com bagaço não deve ter custado mesmo nada...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Salvio anuncia reforço para FCP
Afinal o FCP apenas sondou o Salvio para lhe solicitar o anúncio do próximo reforço do clube da ponte do freixo:
Nicolas Outramerdi está praticamente de abalada para o Porto, com a
transferência presa por questões relacionados
com as formas de pagamento...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
"Temos que levantar a cabeça"
Sporting perde com Brondby (0-2)
Antes do jogo: «Em futebol tudo pode acontecer» – Henrik Jensen
Depois: «Em Alvalade tudo pode acontecer» – Henrik Jensen
Esforço, dedicação, devoção e sandes de coiratos...
"Não hesitei na hora de optar"
O futebolista argentino Sálvio, hoje apresentado como reforço do
Benfica, disse ter optado pelo clube da Luz "em dois segundos", depois
de ter visto o projeto dos "encarnados" e para ter a oportunidade de
jogar a "Champions".
"Houve ofertas, mas quero falar apenas do
Benfica. Foi o clube que escolhi. Quando vi o projeto do Benfica, decidi
em dois segundos, porque quero jogar a Champions"
Continua com o seu BOM GOSTO em alta...
Pedro Proença e o Fetiche por Penaltis fantasmas
"Marca o que não parece e não marca o que parece..."
Vamos ter que correr o dobro...!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Inquieta Alma Benfiquista...
Carlos Laranjeira
Alma pesada e inquieta…é assim que todos os benfiquistas se sentem nos tempos que correm.
Após
a euforia do título nacional, tudo parecia correr bem, o SL Benfica só
tinha de se preocupar em manter as grandes referências da equipa e
reforçar as suas maiores lacunas da época passada, já por demais
identificadas por os comentadores desportivos, adversários,
simpatizantes e sócios do clube.
O posto de guarda-redes era de
facto o primeiro desafio para a direcção do clube, que decidiu arriscar
altíssimo, não só pelo valor dispendioso que deu pelo atleta (8,5€
milhões), mas principalmente pelo valor profissional do mesmo. Roberto
apresenta de facto algumas lacunas técnicas, mas principalmente mentais,
no entanto só o tempo e o desenrolar da época desportiva poderá
confirmar se este guarda-redes de 1,93m é uma boa solução para os
campeões nacionais.
Segundo desafio para a direcção do clube
encarnado era de facto desencantar um bom defesa direito, com capacidade
de evolução para substituir Maxi Pereira quando este estiver
indisponível ou for obrigatório a rotação do jogador, de lembrar que os
desafios para esta época são longos e principalmente muito mais
exigentes, pois a Liga dos Campeões, a defesa do Titulo Nacional e da
Taça da Liga e o ataque á Taça de Portugal, vai exigir um lado direito
da defesa com duas soluções válidas e de facto Luís Filipe não parece
ser uma segunda solução viável.
O empréstimo de Miguel Victor
para a segunda divisão inglesa parece-me uma decisão desacertada. Miguel
é um jogador da formação encarnada, é um excelente defesa central e a
sua qualidade é muito mais elevada da que a do Fábio Faria…já para não
falar das vantagens a nível de competições europeias em ter jogadores da
formação no plantel. Enfim…no pior da situação Miguel Victor deveria
ser emprestado a uma equipa da 1ª divisão europeia, nunca para uma 2ª
divisão inglesa.
O SLBenfica no inicio da época passada
apresentava um problema complicado de resolver, não tinha um defesa
esquerdo desde a dispensa de Léo e a contratação já em fase de desespero
do César Peixoto veio-se a revelar um mau investimento, principalmente
desportivo, pois é um jogador sem futuro, suplente, sem qualidade
suficiente para um SLBenfica de grande nível e com demasiadas mazelas
físicas. Com a adaptação a defesa esquerdo do Fábio Coentrão o SLBenfica
resolveu parcialmente o problema, mas mais uma vez vive no risco
elevado, pois se Fábio se lesiona tudo se torna mais complicado. Ao
mesmo tempo esta descoberta de Jesus deveria ser um sinal para um maior
investimento em jovens jogadores portugueses, deveria mesmo fazer parte
da política estratégica do clube. O SLBenfica deveria jogar pelo seguro
em relação às suas laterais defensivas e não viver num risco elevado
completamente desnecessário.
Ramires transferiu-se para o Chelsea
por 22€ milhões, negócio este muito pouco claro. O SLBenfica deveria
repensar muito bem, antes de se envolver nestes negócios demasiado, como
poderei por o termo…mafiosos, pois vender 50% do passe por 6€ milhões e
um mês depois vender 100% do passe por 22€ millhões…bem alguém ganhou
muito dinheiro á custa do clube encarnado e o SLBenfica foi de facto o
grande lesado neste negócio, tanto financeiramente como desportivamente.
Desesperadamente, observo agora o clube á procura de um médio direito,
quando me parece que o substituto ideal para a saída de Ramires é mesmo o
Ruben Amorim e a calma deveria imperar nas escolhas de jogadores. Claro
que perante as conjunturas do plantel, Ruben é também defesa direito e a
tranquilidade acaba por se dissipar.
A saída de Di Maria por 25€
milhões + variantes foi um bom negócio. A surpresa veio a seguir, com a
despensa do Urreta para o Corunha…este jovem jogador era de facto o
substituto ideal de Di Maria, todas as indicações apresentadas pelo
mesmo apontavam nessa direcção, no entanto o clube emprestou-o. Bem…o
SLBenfica tem aqui mais um problema para resolver a menos de 1 mês do
fecho do mercado, quando tinha mais que tempo para que esta posição
estivesse resolvida…uma pergunta…e os 25% do passe do Reyes? Gaitan foi a
primeira solução de Jesus, no entanto é evidente que este jogador é um
médio centro ofensivo, não um extremo.
A nível ofensivo o clube
apresenta…excesso de soluções. Nuno Gomes, Cardozo, Saviola, Jara,
Kardec, Weldon, Mantorras e Rodrigo…não vai ser fácil manter todos
felizes.
hippyscorpio
em
2010-08-12
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Gaitán quer ficar na história do Benfica
Em entrevista à Benfica TV, o médio ofensivo revelou
ter tido propostas mais vantajosas do ponto de vista financeiro mas que
o aspecto desportivo teve maior peso e influenciou a sua escolha final.
Visto
como substituto de Dí Maria, foi adquirido ao Boca Juniors por quase
8,5 milhões de euros, o esquerdino ainda não se afirmou no onze de Jorge
Jesus.
Apesar disso o argentino não esconde a sua ambição revelando o seu grande obectivo, ficar na história do Benfica.
Benfica 1 Académica 2 - A análise de JVP
1- Benfica denotou falta de frescura física
Apesar
de ter entrado com mais iniciativa - como seria de esperar pelo facto
de jogar em casa e na qualidade de campeão nacional - e de ter tido uma
oportunidade de golo logo aos oito minutos por Coentrão, este Benfica
não me pareceu fresco fisicamente. Fez as coisas em esforço, sem a
naturalidade que demonstrava no ano passado. E quando falta frescura
física, os jogadores não pensam nem executam da mesma maneira. Daí que,
na primeira parte, além da de Coentrão, só tenha tido outra ocasião
clara de golo, num lance de bola parada concluído com uma cabeçada de
Sidnei.
2- Sobrecarga da pré-temporada?
Há
equipas italianas que começam os campeonatos assim, com os jogadores a
sentirem dificuldades nos primeiros jogos devido às elevadas cargas
físicas. Não conheço a estratégia da equipa técnica do Benfica em termos
físicos, mas quer-me parecer que os treinos não diferem dos do ano
passado. Onde se nota uma diferença grande é precisamente em relação à
frescura física, quem sabe como resultado de uma sobrecarga da
pré-temporada, em que o Benfica fez jogos de dois em dois dias com
viagens pelo meio. Tanto na Supertaça, com o FC Porto, como ontem,
frente à Académica, aquilo que vi não foi um ou dois jogadores
fisicamente mal, mas sim uma equipa inteira, e assim torna-se mais
difícil disfarçar as saídas.
3- Ausências de Di María e Ramires por colmatar
O
Benfica não conseguiu fazer esquecer Di María e Ramires. O brasileiro é
muito bom tacticamente, lê muito bem o jogo, tem simplicidade de
processos e ainda aparece na área; não é por acaso que é internacional
pelo seu país e foi contratado pelo Chelsea. Rúben Amorim é obviamente
um jogador diferente. Quanto ao argentino, que é um desequilibrador nato
e muito veloz, no actual plantel dos encarnados Coentrão é aquele que
mais se aproxima das suas características. No ano passado, o Benfica
também não começou a Liga a ganhar (empatou com o Marítimo), mas desta
vez a resposta da equipa não esteve ao mesmo nível.
4- Uma Académica à imagem do treinador
A Académica, por seu lado, foi uma equipa bem organizada, que recuava no seu meio-campo quando defendia, mas procurava as transições rápidas, através dos alas Sougou e Diogo Valente, para surpreender. Atacava e defendia com muitos elementos e mostrou personalidade, o que é mais notável se atendermos ao local do encontro, o Estádio da Luz, e ao adversário, nada mais nada menos que o campeão nacional. Esta Académica é a imagem do treinador! A vitória de ontem fez-me recordar os jogos que o Olhanense da época passada, treinado por Jorge Costa, fez em Alvalade, no Dragão e na Luz. Tal como essa, também esta Académica é uma equipa destemida, que não se fecha, que não põe o autocarro à frente da baliza e que discute o jogo. Embora sendo mais débil quando comparada com os grandes, procura jogar, não dá pontapés para a frente. Acredito que esta será uma das boas equipas do campeonato e, nos jogos fora de casa, vai aproveitar bem os seus jogadores mais rápidos. Conheço bem Jorge Costa, fui treinado por ele e sei que gosta de que as suas equipas joguem bom futebol.
5- Um golo candidato ao Top 5 da Liga e outro fruto da defesa à zona
A
vitória da Académica surgiu graças a um grande golo, que provavelmente
estará no Top 5 deste campeonato. É um remate indefensável, muito
colocado e que entrou junto ao ângulo - Roberto não está adiantado,
ninguém evitaria aquele golo. Ficou a dever-se a um desequilíbrio
defensivo do Benfica e à capacidade da Académica, em transições rápidas,
de libertar três ou quatro jogadores para o ataque. O primeiro golo da
equipa de Coimbra surge de uma bola parada, situação que o Benfica
defende à zona e em que, quando não se ataca a bola, se correm grandes
riscos quando - como foi o caso - o adversário é mais rápido.
6- A expulsão, Coentrão e Laionel
A
expulsão de Addy marcou a segunda parte, período em que o Benfica teve
total domínio do jogo, embora a Académica não tenha abdicado do ataque.
Sempre que ganhava a bola, saíam dois ou três jogadores para a frente.
Com grande espírito de sacrifício e solidariedade, subiam e desciam no
terreno. Foi isso que fizeram Sougou e Diogo Valente na primeira parte
e, mais tarde, apenas o primeiro. Com dez, o jogo tornou-se muito
complicado, mas os visitantes continuaram a demonstrar uma forte
personalidade. Do lado do Benfica, o perigo surgia pelas alas, em
especial por Coentrão, não só no golo de Jara como noutras situações.
Aliás, o esquerdino é o único jogador do Benfica a merecer um destaque
individual, não só pelos desequilíbrios que criou, mas especialmente
porque, ao contrário do que seria de esperar pelo facto de ter estado no
Mundial, pareceu o menos cansado. Na Académica, o destaque óbvio vai
para o golo de Laionel, que é do outro mundo, pela intenção, pela forma
como chutou, pelo local de onde o fez. Entrou fresco, com capacidade
para decidir, e demonstrou muita qualidade
domingo, 15 de agosto de 2010
Melão
Mas que grande melão nos estava reservado para este início de Campeonato...
E já lá vão 3 derrotas seguidas
Uma cadeira nas Costinhas
Para começar, já levaram com uma cadeira de madeira nas Costinhas...
Menos mal...na luta pelo 4.º lugar o Marítimo também perdeu.
sábado, 14 de agosto de 2010
Crónicas Ricardo Araújo Pereira
A andorinha e a Primavera
O principal acontecimento desta semana deve ter intrigado a
generalidade dos comentadores - quer os cronistas que escrevem colunas de
opinião, quer os que preferem publicar opiniões que não são as suas com o
objectivo de interferir nos jogos espicaçando jogadores. O fenómeno é simples:
a equipa que acabou de ganhar brilhantemente o campeonato passou a ser péssima
no espaço de uma hora e meia. Não é fácil. Requer talento. A metamorfose do
Porto, que se transformou na melhor equipa do mundo no mesmo lapso temporal,
não é tão impressionante. É certo que, até ao passado sábado, a equipa do Porto
era um conjunto de jogadores pouco ambiciosos, à imagem do amorfo JesuaIdo
Ferreira, e precisava urgentemente de reforços se queria fazer melhor que o
justíssimo terceiro lugar em que tinha terminado a época. Mas só às segundas,
quartas e sextas. Às terças, quintas e sábados, o Porto era uma equipa que, se
não tivesse sido injustiçada pelas punições sofridas por jogadores inocentes
que, coitados, se limitaram a participar em espancamentos, teria sido campeã
com 30 pontos de avanço - ou não fosse treinada pelo competente Jesualdo
Ferreira.
O próprio André Villas Boas que, além de ser o mais novo
vencedor da Supertaça, é o primeiro treinador do mundo a usar por quatro vezes a
palavra «exacerbação» na mesma conferência de imprensa - recordou, aliás de
forma um pouco exacerbada, que o Porto do ano anterior só não tinha ganho por
causa das injustiças, observação que constitui uma crítica a Pinto da Costa
pelo despedimento de Jesualdo Ferreira, o que acaba por ser razoavelmente
exacerbador. E é assim que a equipa que, ainda não há seis meses, levou três
secos daquele Sporting que acabou a 28 pontos do primeiro, se encontra no topo
do futebol português. Pelos vistos, no futebol, por morrer uma andorinha acaba
a primavera. E por morrer um abutre acaba a exacerbação.
Quanto ao Benfica, se
é possível encontrar algum aspecto positivo mo meio desta horrível hecatombe
que foi o facto de termos perdido um jogo, talvez seja consolador registar que,
num jogo em que tudo nos corre mal e não jogámos mesmo nada, o pior que nos
pode acontecer é perdermos 2 - 0 com o Porto.
O Braga entrou na nova época com uma vitória clara por 3-I.
À atenção do Porto: a luta pelo segundo lugar vai continuar a ser dura. Talvez
não seja boa ideia voltar a emprestar jogadores ao principal rival em Janeiro.
Fica a sugestão.
Ricardo Araújo Pereira, 14 de Agosto in Jornal A Bola
Ricardo Araújo Pereira, 14 de Agosto in Jornal A Bola
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Crónicas Leonor Pinhão
Carlos Queiróz não tem no seu país um estatuto de ídolo. O que é
estranho porque Queiroz, ainda que uns bons degraus curriculares abaixo
de José Mourinho, trabalhou no estrangeiro com sucesso ao serviço de um
gigante europeu como é o Manchester United.
Em Portugal, há duas décadas, Queiroz levou a selecção nacional de
juniores à conquista de dois títulos mundiais do escalão e este ano, em
2010, na fase final do mundial de seniores, levou a equipa nacional até
aos oitavos-de-final e soçobrou perante a Espanha que haveria de se
sagrar campeã do mundo, o que não é pouco.
No entanto, a FPF está farta de Carlos Queiroz e magicou um modo
desajeitado de se ver livre do seleccionador. Não será coisa de espantar
se Carlos Queiroz fizer vingar o seu contrato e os seus direitos e
acabar por ser ele, o treinador, a despedir o presidente, Gilberto
Madaíl. E não venham depois dizer que nunca viram nada parecido…
Não sendo um ídolo, Carlos Queiroz não arrasta multidões, não tem
lobbies a favor nem contra e o seu destino profissional é mais ou menos
indiferente à grande massa de adeptos portugueses que censurarão mais
facilmente ao treinador a total ausência de brilho da Selecção na África
do Sul do que a fraca “postura verbal” de que é formalmente acusado.
E é este o risco que corre Carlos Queiroz se não for ele próprio a
meter um travão ao aproveitamento que se está a fazer do seu lamentável
caso. É que, pelo andar da carruagem, Queiroz que não é um ídolo dos
amantes do futebol, arrisca tornar-se um ídolo dos amantes da ordinarice
e da violência e, francamente, ninguém merece uma coisa destas.
Carlos Queiroz agrediu um jornalista no Aeroporto de Lisboa e
insultou um funcionário do Estado português, que se limitava a cumprir
com o seu trabalho, em termos de fazer corar as pedras da calçada. Este
currículo de Queiroz dá-lhe uma aura de ídolo e de santidade por todas
as capelas onde bater em jornalistas e falar como um labrego é a
liturgia oficial.
Inevitavelmente, os dois episódios fazem já parte do anedotário
futebolístico nacional e se há coisa de que um seleccionador nacional
não precisa é de entrar como protagonista em anedotas ainda que as
anedotas se esqueçam facilmente até porque, no nosso país, há uma grande
capacidade de renovação de reportórios tantas são as situações com que a
realidade nos bombardeia.
O presidente do FC Porto, por exemplo, apresentou-se na sede da
Federação Portuguesa de Futebol para colaborar na defesa de Carlos
Queiroz. Pinto da Costa considerou o caso «ridículo» e considerou
«normais» as palavras que terão dado origem ao processo disciplinar. E
curvou-se, humildemente, perante a figura respeitável do manager do
Manchester United afirmando: «Vir alguém como o Sir Alex Ferguson de
Inglaterra para testemunhar até se torna preocupante…».
Fica, assim, provado que Pinto da Costa já se esqueceu da melhor
anedota jamais contada por Sir Alex Ferguson que, um certo dia, falou na
competitividade do campeonato português nos seguintes e escorreitos
termos: «O FC Porto está habituado a comprar títulos no supermercado». E
nem lhe foi preciso dizer uma asneirola.
NÃO é comum acontecer mas, pelo menos nesta semana, entre
benfiquistas e portistas regista-se uma espécie de unanimidade de
opinião que é digna de enaltecer. Se o mérito do vencedor da Supertaça
mal se discute, também a eleição do nome do melhor jogador em campo não
oferece, praticamente, motivo para argumentações e contra-argumentações.
Em A veiro, o melhor em campo foi Silvestre Varela, ponto final, parágrafo.
É sempre curioso quando vemos concordar duas multidões rivais
vocacionadas para discordar. E porque é diferente é original e é
saudável.
Menos original e menos saudável é, aparentemente, a posição expressa
em público e em privado por muitos adeptos do Sporting que hesitam em
atribuir o título de melhor em campo a Silvestre Varela visto que também
lhes agradou imenso a exibição de João Moutinho, na sua estreia oficial
pelo FC Porto, no jogo de domingo passado.
Se para uns, Varela foi a gazua que desarticulou as capacidades
defensivas do campeão, para outros foi Moutinho o herói de Aveiro porque
foi ele quem, sozinho conseguiu carregar de cartões amarelos meia
equipa do Benfica, o que também tem o seu valor.
Observando o universo leonino, de fora e de longe, conclui-se que é
uma verdadeira alegria sportinguistas oferecer os seus melhores
jogadores ao FC Porto só para os ver, finalmente, ganhar títulos ao
Benfica. Ou seja, o Sporting projecta-se mentalmente no FC Porto e acaba
por dar razão a Moutinho que, mais esperto, se projectou fisicamente
para o Estádio do Dragão para, como o próprio explicou, «ganhar
títulos», que só muito dificilmente ganharia em Alvalade.
Com o devido respeito, trata-se de uma situação curiosa do ponto de
vista da psiquiatria de massas. Não tenho nada mais a acrescentar.
HONESTAMENTE, nada tenho a censurar aos jogadores do Benfica na final
da Supertaça no que diz respeito ao pouco entusiasmo e à reduzidíssima
capacidade de concentração que exibiram no sábado passado em Aveiro. Eu
própria, só mesmo à hora do jogo é que me lembrei que havia futebol e
que o Benfica ia jogar. Isto para verem como uma pessoa pode
desconcentrar-se facilmente em certos momentos que deviam exigir maior
acuidade e empenho.
Presumo que aos jogadores do Benfica tenha acontecido precisamente a
mesma coisa. Pronto, passaram um sábado distraído e quando deram pela
coisa já não havia nada a fazer. É normal, ao fim e ao cabo. A Supertaça
não nos diz muito. O Benfica entrou em campo no sábado com um registo
de 9-1 em finais perdidas para o FC Porto. Valeria a pena tentar reduzir
para9-2? Não, de modo algum, até parecia mal. Pessoalmente, prefiro
10-1 a 9-2, tem mais dignidade. 10-1 em finais da Supertaça perdidas
para o FC Porto não é nenhum desastre. É apenas um depoimento sobre a
dita competição, uma espécie de tese de pedantismo levado ao extremo.
Confesso, gosto. E antes isto do que nos desculparmos com o facto de a
Federação Portuguesa de Futebol, organizadora da prova, não ter feito
disputar o jogo com a Jabulani, a moderna bola a que a nossa equipa tão
bem se adaptou na pré-temporada.
A mudança de bola pode-nos ter sido fatal? Provavelmente. E
poderíamos até elaborar uma longa dissertação sobre o tema, à laia de
desculpa esfarrapada, se não tivesse sido exactamente essa a desculpa
dada por André Villas-Boas depois das duas derrotas do FC Porto no
torneio de Paris…
Leonor Pinhão, 12 de Agosto in Jornal A Bola
O sr. Villas-Boas e os clones...
Quando alguém se destaca e parte, procura-se rapidamente um clone.
Procura-se sempre um "novo qualquer coisa", porque se julga que no
futebol a possibilidade de reprodução é um dado científico. No Benfica,
por exemplo, procura-se o "novo sr. Di Maria" e no FC Porto busca-se
urgentemente o "novo sr. Bruno Alves". A clonagem faz parte do
imaginário futebolístico nacional, desejoso de referências porque tem
sempre dificuldade em aceitar originais. O caso do sr. André Villas-Boas
é exemplar. Aterrou em Portugal e quase antes de iniciar as suas
funções de treinador (na Académica) já estava a ser apelidado de "novo
sr. Mourinho". Antes de mostrar o seu talento à frente de uma equipa de
futebol já era desejado em Alvalade. Acabou no FC Porto, depois de um
par de meses no clube de Coimbra.
O drama não é a aposta num jovem treinador. Muitos clubes já o fizeram com sucesso. E outros com insucesso, claro. Mas a transformação imediata do sr. Villas-Boas em herdeiro do talento do sr. Mourinho, porque trabalhou com ele, é tão irracional como demonstradora do nível do futebol indígena. O sr. Villas-Boas, e bem, já tentou enxotar o estigma de ser um clone. O sr. Mourinho, claro, diz que não deu autorização para haver clones seus. Mas todos os que olham em Portugal para o sr. Villas-Boas, vêem o sr. Mourinho. A distracção é pior que a miopia.
É preciso recordar que o sr. Mourinho não foi uma obra do Espírito Santo. Trabalhou muito até ser quem é hoje. Foi intérprete do sr. Bobby Robson e aprendeu muito com ele. Depois foi adjunto do sr. Van Gaal, que lhe deu a licenciatura. Ainda hoje são irmãos gémeos, embora com variantes: o sr. Van Gaal vê no futebol de ataque um dever moral, o sr. Mourinho acha que o único objectivo é ganhar.
O sr. Van Gaal foi um mestre para o sr.
Mourinho, como o sr. Rinus Michels o foi para ele. Mas nenhum foi clone
do outro. Aproveitaram a mestria dos outros para estudar e para se
formarem como grandes treinadores. O que é curioso é a origem do sr. Van
Gaal e do sr. Mourinho: ambos foram futebolistas sem grande expressão e
ambos começaram por treinar pequenas equipas antes de explodirem como
vencedores de competições europeias.
O sr. Bergkamp disse um dia que o sr. Van Gaal sabia tão bem o que queria ter em campo que poderia ter lá 11 robôs em vez de 11 jogadores. O que nos leva novamente à questão dos clones. Será na prática que se verá se o sr. Villas-Boas estudou a sério com o mestre sr. Mourinho para crescer e vencer com as suas próprias ideias. Como o sr. Mourinho fez depois de deixar o sr. Van Gaal.
O sr. Bergkamp disse um dia que o sr. Van Gaal sabia tão bem o que queria ter em campo que poderia ter lá 11 robôs em vez de 11 jogadores. O que nos leva novamente à questão dos clones. Será na prática que se verá se o sr. Villas-Boas estudou a sério com o mestre sr. Mourinho para crescer e vencer com as suas próprias ideias. Como o sr. Mourinho fez depois de deixar o sr. Van Gaal.
Fernando Sobral
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
O aviso abençoado
Desde a noite de sábado, e nem foi preciso esperar pelo final do jogo
de Aveiro, o clima de euforia vivido para os lados da Luz teve direito a
um duche frio que, por ironia do destino, pode vir a ser muito útil
para uma época limpa e para que o Benfica possa realmente perseguir os
seus objetivos. Por outras palavras, a forma empenhada e eficaz com que o
FC Porto se apresentou, chegando nalguns momentos ao estatuto do “banho
de bola”, pode ajudar a fazer de André Villas-Boas um inesperado
“aliado” dos propósitos do campeão nacional.
Para já, num primeiro
jogo oficial, ficou por confirmar a desenvoltura goleadora que o
Benfica demonstrou na pré-época. Nem Cardozo, nem Saviola, nem Jara, nem
Carlos Martins tiveram engenho e arte para marcar. Da mesma forma que,
com maiores ou menores culpas, ainda não foi desta que Roberto se
confirmou como a mais-valia anunciada. Suspiraram os benfiquistas pelos
repentismos de Di María, pela entrega pendular de Ramires. Alguns, mesmo
mais retraídos, não esqueceram a consistência de Quim. Todos, julgo eu,
terão compreendido que a equipa para esta época, com rivais mais
próximos e com desafios a sério na Liga dos Campeões, ainda está longe
da máquina trituradora que se apresentou sem falhas em tantos jogos da
temporada passada. Mais: houve, da parte de alguns jogadores do Benfica,
uma rápida troca da arrogância pelo nervosismo, que se traduziu no
recurso a faltas pouco habituais e nada aceitáveis num plantel que
privilegia a técnica e o espectáculo, o que o leva a ser mais vítima do
que carrasco dos adversários.
Écerto que o FC Porto não deixou que
o Benfica instalasse o seu habitual sistema: com a ajuda dos laterais e
com Fernando reencontrado, a batalha do meio-campo começou a ser ganha
aos primeiros lances. João Moutinho começou a dar razão aos que o
consideram a grande contratação do defeso portista. E houve o fator
Silvestre Varela, que, tal como há um ano, volta a ser um reforço
poderoso e suscetível de gerar os desequilíbrios que Hulk, pelo
contrário, não parece capaz de lograr. De Falcão já se sabe o que
esperar. Rolando e Maicon arregaçaram as mangas para começarem a provar
que Bruno Alves já é passado… ao contrário de Raul Meireles.
Para o
Benfica, cujo técnico pode invocar (e bem mais do que os seus
congéneres) a incerteza face às disponibilidades, tantos têm sido os
assédios sobre os jogadores (e a janela de mercado ainda está
escancarada), tantas têm sido as alternativas avançadas, é fundamental
recomeçar. Ou seja, até domingo e daí em diante, a principal tarefa de
Jorge Jesus tem a ver com atitude. Se conseguir lembrar aos seus homens
que os jogos e os títulos se ganham em campo já terá meio caminho
andado.
João Gobern, 11de Agosto in Jornal Record
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ferguson defende Queiroz
HenriCartoon
Ferguson é uma das testemunhas de defesa de Queirós e, apesar de não
ter estado na Covilhã, o técnico escocês não tem dúvidas que o
seleccionador saiu em defesa dos jogadores.“Este é um caso contra o
Carlos, um grande treinador que conheço há muitos anos. Infelizmente,
como as coisas estão no mundo de hoje, o controlo anti-doping, no que
diz respeito ao acesso aos jogadores, é necessário ter uma só pessoa
para detalhar todos os movimentos dos atletas: onde estão e a que horas
estão.
É uma situação terrível para os treinadores e compreensivelmente o
Carlos – que estava a preparar o Mundial – entrou em defesa dos seus
jogadores”.
Sir Alex Fergusson reafirma que Carlos Queirós “é contra o doping” e “preocupa-se em desenvolver jovens e inspirá-los”.
“Conheço-o bem, é um grande homem e um grande líder”, reforça o
técnico do Manchester United que esteve na sede da Federação Portuguesa
de Futebol tal como outras testemunhas de defesa como Luís Figo, António
Simões e Pinto da Costa...
Esta última testemunha abonatória no mínimo surpreendente...
Continuem sempre em frente....sempre em frente numa casa iluminada
Fernadinho na lista do Benfica
O ala-esquerdo brasileiro Fernandinho, que actua no
São Paulo, é apontado pelo "Record" como prioridade para reforçar o
Benfica.
O Benfica continua no mercado à
procura de reforços para o meio-campo, de forma a colmatar as saídas de
Di Maria e Ramires. Depois de Wesley, Elias e Ben Arfa, agora surge o
nome do ala Fernandinho, jogador do São Paulo, como possibilidade para a
equipa orientada por Jorge Jesus.
O “Record” anuncia o
interesse do Benfica no ala-esquerdo brasileiro, e, segundo o jornal,
este é há muito seguido pelos responsáveis benfiquistas, estando no
topo da lista de preferências encarnada.
Fernandinho tem 24 anos e parte do seu passe pertence à Traffic, que o cedeu ao São Paulo. O clube que detém apenas 20% do passe do atleta, enquanto a empresa de agenciamento de jogadores detém a maioria (60%).
O extremo foi um dos destaques do campeonato brasileiro na época passada, onde ao serviço do Grêmio Prudente, deu nas vistas, transferindo-se para o São Paulo, onde tem sido titular indiscutível.
Fernandinho tem 24 anos e parte do seu passe pertence à Traffic, que o cedeu ao São Paulo. O clube que detém apenas 20% do passe do atleta, enquanto a empresa de agenciamento de jogadores detém a maioria (60%).
O extremo foi um dos destaques do campeonato brasileiro na época passada, onde ao serviço do Grêmio Prudente, deu nas vistas, transferindo-se para o São Paulo, onde tem sido titular indiscutível.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Só sobreviveu Aimar
Meio-campo da supertaça pouco teve a ver com o que esteve na base do título nacional
Jorge Jesus abordou a Supertaça com um meio-campo que pouco tinha a
ver com aquele que lhe serviu de base para a conquista da Liga. A
estrutura (em diamante) era idêntica, mas os executantes diferentes: só
Aimar tinha lugar cativo no losango que tão bons resultados obteve na
temporada transata (Ramires e Di María foram transferidos; Javi García
está em baixo de forma), o que não podia deixar de refletir-se no
equilíbrio do sector.
Javi García deu lugar a Airton, um elemento
de cariz eminentemente defensivo, ao contrário do espanhol, o qual
assume alguma preponderância no processo ofensivo... até no que toca à
finalização. O jogador do país vizinho foi dono e senhor do vértice
recuado do losango, em 2009/10, tendo superado a fasquia dos dois mil
minutos. Por outro lado, Ramires rumou ao Chelsea, abrindo um espaço
difícil de preencher no lado direito do diamante.
Carlos Martins
evoluiu anteontem à noite nessa posição, mas não conseguiu disfarçar a
menor apetência para palmilhar o terreno e auxiliar o sector defensivo –
o português é bem mais “macio” que o brasileiro quando a equipa parte
em busca da bola. Jorge Jesus tinha isso em consideração na época
transata, o que o levou a apostar muito mais vezes no Queniano.
O
lado esquerdo do quadrilátero estava o ano passado entregue ao
fantasista Di María, enquanto em Aveiro aí atuou Coentrão. O português
concedeu balanceamento ofensivo à equipa, mas não tanto como Angelito, o
qual beneficiava da proteção de... Fábio, já então transformado num
lateral de classe superior.
Fonte: Jornal Record
domingo, 8 de agosto de 2010
A análise de Jorge Jesus e Saviola
Jorge Jesus e Javier Saviola analisaram, do lado do
Benfica, a vitória do FC Porto na Supertaça Cândido de Oliveira.
Jorge Jesus considerou justo o
triunfo do FC Porto no primeiro "clássico" da época, diante do Benfica
(0-2)
O técnico dos campeões nacionais lamentou o facto dos seus jogadores terem sido "surpreendidos por um golo aos 3 m. de jogo, mas reconheceu que o FC Porto "esteve melhor que o Benfica em termos de eficácia".
"Foi um bom jogo e ganhou a equipa mais eficaz. Vamos começar no domingo o campeonato, que é o nosso grande objectivo. O FC Porto acabou por ser um justo vencedor. O Benfica fez quase sempre golos, hoje não, mas há jogadores que começaram a trabalhar mais tarde e isso notou-se hoje", prosseguiu.
"Vamos ter mais uma semana de trabalho e estaremos melhor. Não podemos desvalorizar, por causa deste jogo, o trabalho dos jogadores que fizeram coisas fantásticas no ano passado e vão voltar a fazer este ano", concluiu Jesus.
O técnico dos campeões nacionais lamentou o facto dos seus jogadores terem sido "surpreendidos por um golo aos 3 m. de jogo, mas reconheceu que o FC Porto "esteve melhor que o Benfica em termos de eficácia".
"Foi um bom jogo e ganhou a equipa mais eficaz. Vamos começar no domingo o campeonato, que é o nosso grande objectivo. O FC Porto acabou por ser um justo vencedor. O Benfica fez quase sempre golos, hoje não, mas há jogadores que começaram a trabalhar mais tarde e isso notou-se hoje", prosseguiu.
"Vamos ter mais uma semana de trabalho e estaremos melhor. Não podemos desvalorizar, por causa deste jogo, o trabalho dos jogadores que fizeram coisas fantásticas no ano passado e vão voltar a fazer este ano", concluiu Jesus.
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